Para variar em uma das atualizações feitas no WP, “perdi” os caracteres acentuados por um sÃmbolo. Já olhei, revirei e não consegui localizar o problema…. enfim, quando conseguir resolver os posts antigos devem ficar legÃveis novamente…..
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Pois é… pensei que agora em julho isso aki ia ser tudo de bom….. mas….. ainda não conseguir colocar em prática os vários projetos que tenho em mente para este site/blog. Logo, conto com a paciência de vcs…..
bjs……
Olá Pessoas!Como alguns já sabem estou na fase final de minha dissertação, logo dar atenção ao meu site está inpraticavel.Conto com a paciência de vocês!!!bjs!!!
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal o Estado de São Paulo)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio… você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e ‘apagando’ as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa… São apagados de sua noção de passagem do tempo…
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações… enfim… as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e
cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a…
ROTINA
Não me entenda mal.
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos..
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos….. em outras palavras…… V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o… do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado,não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E SCR EVA em
tAmaNhos diFeRenTes e em CorES
di f E rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE…..
Olá pessoal,
como fiquei com a pulga atrás da orelha sobre se um celular comum é ou não um computador, pesquisei e a resposta está abaixo:
Qualquer arquitetura de dispositivos que permita armazenamento de programas de forma a permitir que dados recebidos possam ser processados e gerarem um resultado como saída pode, segundo a arquitetura de Von Neüman, ser considerado um computador (BROOKSHEAR, 2003).
Logo, corrigindo o que disse em sala de aula, um celular pode sim ser considerado como um computador, mas não como um desktop.
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Que tal fazermos diferente?
Diferente de quê? Hummmm…..
Que tal fazermos as coisas acontecerem de forma diferente do ano de 2007, guardando apenas as experiências que enriqueceram e acrescentando-as em nossas novas atitudes.
Diferentes no sentido de melhorar tudo que foi feito quando precisarmos refazer. E o que não fizemos em 2007, procurar realizar de modo a ajudar você e todos ao seu redor.
Desenvolver um olhar diferente em diversos atos que ocorrerem, procurando sempre a humildade e a justiça. Não se pode esquecer do respeito, todos tem seus limites, respeite o deles que o seu também será respeitado.
Com estes pequenos “detalhes” acredito que 2008 não será apenas a soma de mais 1 e sim um ano com um olhar novo.
Abraços!
Gláucia Roberta
Vários amigos e colegas me perguntam o por quê de não comer carne, talvez com a reportagem abaixo (embora seja de 2004) vcs compreendam um dos motivo….
[]s
O PREÇO DA CARNE
Se não reduzirmos o consumo de carne, teremos epidemias cada vez piores
Por Dagomir Marquezi
Fonte: Revista Superinteressante, março/2004
Chineses costumam encarar qualquer coisa que se mova como um alimento à sua disposição. Eles consideram o animal um mecanismo, um objeto, cuja dor e sofrimento não nos dizem respeito. Ironicamente, os piores exemplos de maus tratos acontecem na mesma Ásia onde nasceu o budismo - a mais benevolente e avançada religião do mundo no trato com os animais.
Nos tristemente famosos “mercados de vida selvagem” asiáticos há de tudo. Mamíferos, répteis, insetos, batráquios, tudo vai para gaiolas apertadas e lotadas sem água nem comida. Qualquer foto desses mercados é um permanente festival de sangue, urina e fezes. Há mais do que cheiro ruim no ar: existe medo. E vírus de diferentes espécies novas se combinando uns com os outros.
As imagens mais chocantes registram o que esses mercados destinam aos cães. Os mesmos cães que aqui viram membros da família, ajudam cegos ou orientam equipes de salvamento. Lá, cachorros são comida. E não se deixe enganar: esses mercados chineses não existem para “matar a fome do povo”. Chineses pobres comem frango e peixe. Os cães são iguarias” caras, assim como gatos, escorpiões, cobras, enguias etc.
Eu tive a chance de ver fotos e vídeos desses mercados. Os cozinheiros acreditam que a adrenalina no sangue dos cães amacia a carne. Quanto mais sofrimento, mais apetitoso o prato. Em nome dessa carne macia, a palavra de ordem é torturar os cães até a morte. Eu já vi a foto de um pastor alemão sendo enforcado na viga de uma cozinha, sendo puxado pelos pés. Eu já testemunhei um vira-latas com as patas dianteiras amarradas para trás do corpo e desisti de imaginar o tamanho de sua dor. Assisti ao vídeo de um cão magrinho que foi mergulhado em água fervendo, retirado, teve sua pele inteirinha arrancada e ainda olhava a câmera, tremendo junto à panela onde foi cozido em vida.
A pergunta básica é: nós, humanos, temos direito a isso? Quem nos deu esse direito? Temos o direito de jogar uma lagosta viva na água fervente? Temos o direito de comer um peixe fatiado ainda vivo no seu prato num restaurante japonês? Temos o direito de prender bezerros em lugares escuros, imobilizados por toda sua curta vida, por um vitelo? Nosso paladar é tão importante assim na ordem das coisas? Um sabor diferente em nossas bocas justifica tudo?
A questão ultrapassa a esfera da ética e da civilidade. A Sars nasce no chão imundo dos mercados chineses. A doença da vaca louca - permanente ameaça na nossa pátria do churrasco - surgiu quando obrigamos o gado a se canibalizar. O terrível ebola se espalha com cada homem africano que devora nossos primos biológicos, gorilas e chimpanzés. Vírus mutantes saltam do sangue de aves para o dos homens sem defesas naturais. Segundo a revista inglesa The Economist, nada menos que 60% das doenças humanas surgidas nos últimos 20 anos têm origem em outras espécies animais. Tony McMichael, pesquisador da Universidade Nacional da Austrália, é bastante claro: “Vivemos num mundo de micróbios. Precisamos ser um pouco mais espertos no jeito como manejamos o mundo ao nosso redor.”
Mercados chineses e churrascos africanos parecem fenômenos distantes. Mas o brasileiro continua dependendo demais de alimentação animal. Temos uma churrascaria por quarteirão, e numa cidade de 12 milhões de habitantes, como São Paulo, contam-se nos dedos os restaurantes vegetarianos. E ainda temos um lobby querendo ampliar a oferta de animais nas geladeiras: avestruzes, capivaras, jacarés, tudo criado em cativeiro com carimbo do Ibama. A cada nova espécie consumida pelo homem, mais uma mistura de vírus - algumas combinações inofensivas, outras não.
Para tentar controlar essas doenças, cometemos mais brutalidade: enterramos milhões de aves vivas, afogamos gatos selvagens em piscinas de desinfetante. Provocamos o desastre e massacramos as vítimas. Temos um caminho inteligente: racionalizar, humanizar e diminuir cada vez mais o consumo de animais. Ou podemos continuar o banho de sangue. Aí, todos nós pagaremos o preço.
Quando uma borboleta bate as asas na Europa, pode iniciar um furacão no oceano Pacífico. A Sars começou em mercados chineses e chegou ao Canadá. A gripe aviária já se espalhou por diversos países asiáticos e ameaça lugares distantes como o Paquistão e a Itália. Num mundo de vôos diretos, os gritos desesperados de um cachorro chinês podem chegar um dia ao Brasil por meio de alguma nova e tenebrosa sigla.

Viva a Nova Economia, viva a Velha Economia. Estatal brasileira passa a ser a 5ª empresa mais valiosa do continente após descoberta de mega campo de petróleo.
“Tínhamos uma aula de Fisiologia na Escola da Medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir o silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu ? – Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação continuamente firmes na conversa. Foi aí que o professor perdeu a paciência e deu a bronca que eu já presenciei.
Veja o que ele disse: -“Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”, disse levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou. -“Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem diferença no futuro; apenas cinco se tronam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume. São medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de 100 pessoas apenas 5 são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores.Mas infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre poderá escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”.
Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gosta particularmente ser classificado como ‘fazendo parte do resto’? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim aquele professor foi um dos 5% que a diferença em minha vida.De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especial em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.
Tem cara de brinquedo mas é matador: uma fascinante ferramenta para alfabetização e inclusão digital.
Por Guilherme Coelho
O laptop de U$ 100 da OLPC (One Laptop Per Child), aquele do Negroponte, chamado de XO por ter o formato de uma criança, deve ter sua primeira versão comercial lançada até o final desse ano.
Algumas peças de demonstração já rodaram o mundo e uma delas caiu em minhas mãos (e consequentemente de meus filhos…) esse mês, gentileza de Rodrigo Mesquita da Rede Peabirus, um dos colaboradores da OLPC no Brasil.
Aqui vai um pouco de minha breve experiência com o XO durante esses dias.
A atração das crianças pelo visual do aparelhinho é magnética! Parece mesmo um brinquedo, com uma alça enorme, todo de plástico duro resistente e um verde cítrico bem cheguei. Após abrí-lo, as antenas do wifi o deixam com uma simpática cara de robô-marciano-tranformer! Claramente o objetivo de ser convidativo para crianças foi atingido.
Quando ligamos, o Linux Fedora (sistema operacional livre e gratuito) é carregado rapidamente e uma interface gráfica muito simples é apresentada. Essa nova interface se chama Sugar, e é a primeira desenvolvida com foco nas possibilidades de trabalho ou construção de conhecimento em rede.
Alguns aplicativos básicos para desenho, textos, jogos, entre outros, estão disponíveis e são bem simples de usar. Ícones grandes e cursor enorme são ótimos para movimentos finos não refinados das crianças.
Destaque para o aplicativo que utiliza a webcam e microfone embutidos do XO (quase imperceptíveis ao lado da tela LCD) para capturar vídeos, fotos e sons de forma muito fácil. No wiki da OLPC na web é possível ter mais informações sobre todos os aplicativos, todos livres, e você também descobrirá que o Python é uma das linguagens mais usadas para desenvolver novos aplicativos para o XO.
O teclado é de borracha contínua, sem deixar espaços nas laterais das teclas, o que o torna bem resistente a água, suor, sucos e afins. O touchpad também é protegido e possui um desenho mais largo. A tela LCD é pequena, mas com ótima resolução. Ela pode girar, possui alto-falante embutido, entrada e saída de som e 3 entradas USB, onde podem ser ligados, por exemplo, mouse e teclado para facilitar a utilização por parte de um adulto.
E não possui entrada de rede… com fio. Bye-bye RJ-45. A grande estrela do XO é mesmo a rede sem fio.
Com uma interface única, simples e divertida, você é capaz de enxergar graficamente todos os pontos wifi próximos. Nesse momento pude ver como as tais anteninhas “orelhas de marciano” são poderosas… enquanto meu notebook de trabalho detecta aproximadamente quatro ou cinco pontos, no mesmo local o XO me mostra mais de dez pontos wifi próximos.
Com a rede automaticamente detectada, em segundos o laptop está pronto para navegar com um Firefox light. E uma vez na web, já se tem aquela aquela sensação de abstração do computador. Testei alguns novos serviços em AJAX, verifiquei e-mails no Gmail e documentos no Google Docs, entrei em minha agenda do Aprex e postei um vídeo para o Youtube, tudo sem problemas.
Só não consegui assistir os vídeos do Youtube no XO; o plugin de Flash para o Linux ainda não é compatível. Ainda.
E a grande atração do XO em termos de rede é que ele se torna também um propagador de sinal (mesmo desligado!). Assim outros computadores podem se conectar a ele para utilizar sua conexão de internet. Essa é a chamada rede Mesh.
Além disso, um XO enxerga outro via wi-fi sem necessidade de rede local ou internet; assim qualquer arquivo criado ou editado em um XO pode ser compartilhado com outros XO locais para colaboração. Imagine isso em sala de aula, mesmo sem rede local ou internet…
E por aí vai… uma surpresinha atrás da outra: a tela LCD gira e se encaixa para virar um aparelho de game; a bateria pode durar mais de 12 horas; pode ser usado até debaixo de sol e a tela continua visível…
É compreensível que muitos achem estranho que o novo laptop não tenha disco rígido, nem leitor de CD/DVD e não rode Windows, o sistema oficial e pirata mais utilizado no mundo. Mas você verá que isso, na verdade, não importa tanto para quem nunca pegou num computador. O XO deve ser encarado como uma fascinante ferramenta para alfabetização e inclusão digital, um trampolim para uma nova fase. Espere para tirar suas conclusões quando, em breve, tiver um XO em suas mãos. Aproveite que vai estar se sentindo uma criança com brinquedo novo, e comece sua análise desse ponto de vista mesmo: de uma criança.
O foco da OLPC (One Laptop Per Child) com o laptop XO parece estar longe das regras comerciais estabelecidos pela indústria atual. O foco claramente está na rede, no software livre, no cloudware, na colaboração, na educação, nas crianças, e acima de tudo na simplicidade. O laptop é apenas uma parte dentro de todo um programa que busca novas formas sustentáveis de disseminar a inclusão digital pelo mundo.
Mas o caminho para o sucesso não será fácil… A OLPC com seu XO e outros programas de inclusão digital terão que vencer muitas barreiras para avançar, desde a resistência da indústria de informática estabelecida, até governos mal-estruturados e mal-intencionados.
Na última semana de setembro pude participar do Fórum Internacional de Inclusão Digital Sustentável em Campinas, e vi muitas iniciativas caminhando, em todos os setores (Governo, ONGs e empresas privadas). Lá foi falado que o Governo já anunciou a compra de 1 milhão de laptops XO para escolas públicas, mas pretende adquirir somente 150 mil unidades no lançamento, pois não possui um programa adequado para absorção de 1 milhão de máquinas em um primeiro momento.
O motivo principal é que os próprios professores ainda não possuem competência suficiente para o ensino digital, então teríamos uma indigestão de XOs. Também me chamou a atenção o deputado federal Julio Semeghini, indignado, apontar que o FUST, fundo criado pelo Governo que obriga as teles a doar 1% anuais de suas receitas para projetos de inclusão digital, já possui mais de U$ 700 milhões arrecadados e nada ainda foi investido em quatro anos…
Falta de projetos? Um programa de capacitação digital para professores teria sido um dinheiro bem investido, para agora rapidamente disseminar a utilizacao dos XOs nas escolas. Quatro anos (ou mais) de atraso na era digital podem nos custar muito caro daqui a alguns anos no mercado mundial. [Webinsider]
Mais Noticias sobre o Eee PC da Asus e Intel !!!!!!!!
A Asus e a Intel planejam democratizar o uso de computadores, lançando o Eee PC, um computador de 7” com processador Intel, 512 MB de memória RAM DDR2-400, e opções de 4, 8 e 16 GB. Ele roda Windows XP ou Linux, e se você preferir, também tem uma versão básica para navegar pela Internet e assistir a vídeos no YouTube, por exemplo. Como o Eee PC (fala sério, que nome é esse?) custa US$ 199 pela versão básica, com a versão completa custando US$ 299, eu acho que a Asus acertou em cheio na sua proposta, e vai fazer muito sucesso. A mesma coisa não pode ser dita do Palm Foleo, que não roda vídeos em Flash e ainda custa US$ 500.
A proposta do Eee PC não é concorrer com o OLPC, e sim com outros produtos como UMPCs, além do NanoBook da VIA, e do Intel Conley que veremos aqui nos próximos posts. Como muito bem disse o Ricardo Bicalho do MeioBit, o Eee PC é “um notebook pelo preço de um iPod Nano de 4 GB”. Eu concordo e assino embaixo.
ps.: Aqui no Brasil está vendendo por R$1200,00.Ridículo
Poucas empresas brasileiras têm blogs
Para muitos, os blogs estão revolucionando definitivamente as relações pessoais, assim como os negócios, a política, a carreira e até mesmo a cultura. Transformados em fenômeno nos Estados Unidos, os chamados “diários da internet” ainda são pouco utilizados por empresas brasileiras em suas estratégias de comunicação e marketing.
Este foi o resultado principal de pesquisa desenvolvida por iniciativa da firma Rapp Collins, coordenada por Ricardo Pomeranz. Ao todo, foram ouvidos representantes de 1008 empresas, entre agosto e setembro de 2006. Conforme o estudo, 0,54% das empresas possuem blogs próprios e apenas 2,62% capturam dados dos clientes nos blogs externos à empresa e nas redes sociais de relacionamento.
Segundo o responsável pela pesquisa números tão pequenos mostram que as empresas estão deixando de ganhar dinheiro. “Estamos vivendo o momento do surgimento de um novo consumidor, que está em todos os lugares, ao mesmo tempo. As empresas devem se valer das inúmeras maneiras e ferramentas de se interagir com os consumidores e o blog é uma delas”, diz Pomeranz, sócio-presidente da Rapp Collins Brasil.
Ainda conforme o levantamento, apenas 5,55% das empresas que desenvolvem ações de relacionamento com seus clientes fazem campanhas utilizando as redes sociais de relacionamento.
A pesquisa apontou ainda que, dentre as empresas que mantêm blogs, 20% contrataram um funcionário exclusivamente para desenvolver esta ferramenta; 20% contrataram uma pessoa ou empresa externa para responder em seu nome; e 44% utilizam a participação dos próprios funcionários.
Além disso, o estudo apontou que 8% das companhias pesquisadas permitem que pessoas de fora alimentem o blog sem restrições e ainda 8% oferecem incentivos não financeiros para pessoas/empresas externas.
“Apesar de 70 mil novos blogs serem criados em média por dia no mundo, esta ferramenta é ainda uma novidade para as empresas, que estão acostumadas com os processos convencionais de comunicação”, diz o executivo. Para ele, um empecilho pode ser a preocupação com a segurança.
“As companhias querem saber como se dará o controle das informações postadas no blog e garantir que a mensagem seja passada ao público com o conteúdo e forma desejados”, completa.
Malásia treina cães para farejar CD pirata
SEPANG - A Malásia vai usar dois cães farejadores no combate à pirataria de filmes e música.
O país é o primeiro no mundo a usar os animais para encontrar gravações ilegais escondidas em cargas.
Duas fêmeas da raça labrador, “Flo” e “Lucky”, demonstraram suas capacidades farejando uma série de caixas lacradas. Ao encontrarem um pacote, os cães sentaram diante dele, sinalizando conteúdo suspeito aos policiais.
“É eficaz tanto em custo, quanto em tempo”, disse o ministro de Comércio Interior, Shafie Apdal, acrescentando que os animais gastaram apenas 10 minutos para vistoriar uma série de caixas que agentes de segurança normalmente precisam de um dia inteiro para revistar.
A Malásia, que aparece em uma lista de vigilância dos Estados Unidos contra pirataria, tem acelerado esforços para acabar com a distribuição de produtos falsificados em um momento em que negocia um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.
Shafie disse que a Malásia testará os cachorros durante um mês, realizando buscas em postos de fronteira, hangares de mercadorias e centros de armazenamento para descobrir onde eles trabalham melhor. O teste será feito antes que o governo tome decisão de criar ou não uma unidade canina permanente para combate de pirataria.
Treinadas por um especialista da Irlanda do Norte que normalmente ensina cães a encontrar bombas, Lucky e Flo podem achar discos, mas não conseguem fazer distinção entre CDs e DVDs ou entre legítimos e piratas.
“Apesar disso, os cães serão valiosos para encontrar discos colocados em caixas improváveis ou não registradas”, informou o ministério.
O ministério investiu 17 mil dólares e oito meses de treinamento para fazer os cães identificarem substâncias químicas utilizadas nos discos ópticos, acrescentou uma autoridade.
“Ninguém treinou cães para farejar policarbonato antes”, informou o governo.
O tratador Dave Mayberry disse que Flo e Lucky começarão a trabalhar com as autoridades malaias na quarta-feira, depois de deixarem temperaturas de 3 graus Celsius da Inglaterra para enfrentarem 36 graus na Malásia.

