Usabilidade

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Usabilidade

Muitos profissionais acreditam que basta a usabilidade aplicada a website para atrair e manter usurios, entretanto existem outros conceitos que devem ser considerados quando se desenvolve um website com este objetivo.

Nessa linha de atrair e manter, muito se tem falado sobre usabilidade, baseada no conceito e padres da W3C. Para quem no sabe, W3C um consrcio de empresas de tecnologia que sugere padres e conceitos que buscam auxiliar no desenvolvimento de websites que possam ser acessados e visualizados por qualquer tecnologia ou pessoa, independente de hardware ou software utilizado.

Neste artigo defendido pelo Marcelo Mattei que outros fatores, alm do acesso e visualizao, devem ser levadas em conta, e podem ser decisivos na fidelidade do usurio, ainda mais quando se trata de websites comerciais, aqueles que visam negcios.

Esses fatores so heursticas, monitoramento, relacionamento segurana.

Avaliao Heurstica
Heurstica pode ser definida como um conjunto de regras e mtodos que levam a resoluo de problemas. Portanto, no contexto website, essa abordagem trata da deteco e correo de erros de pginas.

aplicada atravs de testes de navegao reais, monitorados, que garantem a correo de aproximadamente 80% dos problemas de navegao de um website.

Monitoramento
Para websites comerciais, muito importante medir e gerenciar as atividades dos usurios durante a utilizao do website.

O grande diferencial da internet com relao s outras mdias a possibilidade de saber o que os usurios esto fazendo no website.

Esse monitoramento permite um melhor conhecimento de seus usurios e, portanto, um desenvolvimento de correes e funes voltadas especificamente para as necessidades do pblico que utiliza o website. Usurio satisfeito usurio fiel.

Relacionamento
Essencial. Relacionamento com usurios deve ser parte fundamental na estratgia de um website.

Usurios querem e precisam ter um canal aberto para crticas, sugestes, elogios e dvidas. Interaes “one-to-one” so muito bem-vindas pelos usurios.

Mas cuidado! preciso avaliar se a quantidade de canais de comunicao suficiente e se esses canais funcionam dentro de parmetros aceitveis de resposta. Pior que no abrir o canal, e esquecer o mesmo aberto e sem resposta ao usurio.

Segurana
Websites que solicitam, exibem ou gravam dados de usurios devem desenvolver e aplicar uma poltica de segurana clara e rgida, totalmente em conformidade com normas de tica e boa conduta.

E essa poltica de segurana deve atender no s apenas o relacionamento com o usurio, mas tambm a forma como os dados so armazenados e utilizados pelo website.

muito importante o usurio se sentir seguro. Confiana converte e mantm usurios.

Concluso
Todos esses conceitos aplicados em conjunto com as normas e padres do W3C, garantem uma boa possibilidade de fidelidade do usurio para com o website, o que fundamental para negcios na internet.

Claro que no podemos esquecer o principal que o que o website oferece, o contedo. Um timo website sem um timo contedo no tem funo. Um timo contedo aliado a um timo website so a combinao ideal de sucesso.

No esqueam da “Lei do Clique”. A coisa mais fcil na internet mudar de website, basta um clique.

de fred

O foco do Design sempre foi o ser-humano. Existem, basicamente, duas formas de se abordar o elemento humano no processo de design: através do perfil do usuário ou através de seu comportamento.

Perfis são grupamentos de pessoas que compartilham certas características demográficas similares, tais como faixa etária, localização, quantidade de filhos e etc. O design baseado no perfil é o mais comum hoje em dia, porém, em vista das mudanças na sociedade, essa abordagem está se tornando obsoleta.

No mercado de massa, inicialmente havia apenas um perfil de consumidor: o homem ou a mulher média. Tudo era projetado para agradar este ser insólito. As medidas dos produtos tentavam abranger do percentil 5 ao 95%, ou seja, das pessoas de menor proporção corporal as de maior. Claro que, no final das contas, acabavam não sendo perfeitamente adaptados para nenhum dos percentis, pois o homem ou a mulher média simplesmente não existem; não passam de abstrações estatísticas.

As pessoas não ligavam quando um produto era desconfortável, pois a concorrência entre as empresas ainda estava no patamar de custo e escala. Os produtos eram praticamente iguais, mesmo entre empresas diferentes. Se você não se adaptava a um produto, o problema era com você, afinal de contas, você é o diferente: alto, baixo, gordo, magro ou cabeçudo demais.

Recentemente, as indústrias perceberam que as demandas reprimidas das pessoas diferentes eram excelentes oportunidades de negócios. Bastava botar num mercado um produto segmentado para um perfil específico para se tornar sucesso de vendas, mesmo que o produto fosse de qualidade inferior.

Departamentos de marketing passaram a investir grandes somas em pesquisa demográfica visando descobrir segmentos em seus mercados. A cada iteração com o mercado, os marketeiros descobriam novos nichos, cada vez mais específicos. O grande nicho das “donas de casa” logo foi dividido em mulheres desquitadas, solteironas independentes e super-mães. Chegamos ao cúmulo de ter produtos segmentados para pessoas de pele morena, solteiras, de meia-idade, com alto poder aquisitivo e estilo tradicional! É por isso que as prateleiras dos super-mercados estão cada vez mais abarrotadas de variedades de produtos.

O problema dessa abordagem é que as pessoas estão mudando e se diferenciando mais rápido do que os fabricantes conseguem acompanhar. Num momento, a pessoa se encaixa no perfil, em outro momento não. Quando o produto que elas sempre consumiram muda de embalagem para atingir outro perfil, se sentem desprezadas. O contrário também acontece: se o produto não se atualiza, parece obsoleto.

Nos mercados em que a segmentação se encontra saturada, algumas empresas estão experimentando orientar o design do produto não pelo perfil, mas pelo comportamento real do consumidor. Mais do que pesquisas demográficas, estas empresas investem na mineração de dados e em etnografias. O conhecimento obtido por tais métodos podem não ser tão generalizáveis para outras situações, porém, são dados reais, não abstrações. A chance de informarem uma decisão acertada é muito maior.

A rede de supermercados Casa Fiesta oferece aos seus clientes um cartão que dá direito a ofertas especiais quando passado junto ao caixa. O cliente ganha o desconto e o supermercado fica sabendo exatamente o que ele comprou. Com base nestes dados, o supermercado pode acompanhar a eficácia das ofertas, ajustar e vender mais. Pode até gerar perfis de consumidores com hábitos similares, mas estes perfis serão muito diferentes dos baseados em dados demográficos. Aqui o que importa é o que a pessoa faz, não o que ela é ou diz ser.

O que não pode ser rastreado por meios automatizados pode ser alvo de pesquisa de observação, também chamada de etnografia. A Nokia mantém equipes em diferentes pontos do mundo para estudar a apropriação de seus produtos no cotidiano dos usuários. Descobriram que na África é comum a utilização de paredes como agenda de endereços compartilhada nos centros de aluguel de telefone celular. Pois bem, criaram o Nokia 1200 com uma agenda similar embutida. A Motorola também fez algo parecido para desenvolver o Motophone, um celular de baixo custo e fácil utilização, mesmo para analfabetos.

As possibilidades do design centrado no comportamento estão começando a ser exploradas. A tendência é que tenhamos cada vez mais produtos adaptados para o que desejamos fazer e não para o que nós somos, ou melhor, para o que os fabricantes acham que nós achamos que somos.

As armadilhas da língua

Tautologia - É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

Nos sites encontramos mts destes exemplos, seja em seus menus ou nas notícias publicadas.

O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito .
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ‘surpresa inesperada’. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.

Por algum momento a simplicitadade saiu da moda??????

A simplicidade est na moda… de novo. Aps o conturbado final do sculo XX, salpicado de rupturas tecnolgicas e ameaas apocalpticas, as pessoas esto procurando conciliar o que o presente nos oferece com o que o passado tinha de bom. Antigamente tudo era to mais simples… dizem uns. Entretanto, ningum quer nem pode se desfazer dos novos confortos e voltar ao passado. Os produtos que fazem mais sucesso no momento so os que recuperam a simplicidade sem perder a sofisticao.

Parece um paradoxo, algo impossvel de acontecer, simplicidade e sofisticao estarem num mesmo lugar, no mesmo objeto. Mas real: empresas como a Apple e Google esto chamando a ateno do mundo pelo fino equilbrio entre essas qualidades. A Google saiu do fundo de uma garagem para se tornar uma das maiores empresas do mundo em menos de 10 anos graas simplicidade de sua pgina e sofisticao de seu mecanismo de busca. S preciso digitar uma palavra e apertar um boto para ter acesso a milhares de informaes espalhadas na Web. A complexidade fica por conta do sistema, que realiza operaes mirabolantes para indicar pessoa as pginas mais relevantes.

Mas a simplicidade tem um preo: a simplicidade esconde mais do que revela. Olhamos para um objeto ou uma pessoa simples e pensamos: puxa vida, gostaria de ser como aquela pessoa ou ter o que ela tem. O que no sabemos que ser simples no simples. Um sbio indiano certa vez escreveu que o segredo da felicidade vida simples, pensamento elevado. Tento aplicar isso em minha vida, mas to difcil… O problema que, em nossa sociedade atual, a vida muito complicada. Temos que desempenhar diversos papis sociais, vivenciar dramas, equilibrar conhecimento, economia e prazer numa agenda sempre lotada!

A simplicidade est na moda porque a complexidade impera. A cada momento, multiplicam-se em progresso geomtrica as coisas que precisamos conhecer, relacionar e interagir para sobreviver. Definitivamente, no damos conta de tudo. Quando aparece um deserto nesse mar de osis, ficamos embasbacados, pensando como possvel que ningum sacou antes que poderia ser simples assim? Esse efeito estarrecedor da simplicidade pura iluso. Na miragem, o iPod parece uma caixa com um boto, uma rodinha e um display que a soluo para as demandas de consumo de msica do indivduo. Desmistificada a elegncia da simplicidade, percebemos que ao invs de solucionar qualquer coisa, o iPod complexifica ainda mais a vida das pessoas. Agora temos que escolher no uma dentre 10 msicas do Discman, mas uma dentre 5.000!

A ltima verso do iPod, agora com monitor sensvel ao toque, comporta menos msicas, mas faz um monte de outras coisas: funciona como agenda, calculadora e navegador de Internet. Na verdade, a Apple aproveitou o sucesso do iPhone e fez uma verso sem telefone: o iPod Touch. Para quem j tinha um iPod anterior e acompanhou o lanamento do iPhone, ele parece to simples quanto o primeiro iPod. Agora, para quem est de fora dessa cultura, ele uma quimera to assustadora quanto o programador de gravao do videocassete. Como diz John Maeda em seu livro As Leis da Simplicidade, o conhecimento faz tudo mais simples, logo a simplicidade no universal: para alguns simples, para outros, no.

por tudo isso que no concordo quando algum evoca o velho bordo do design cunhado pelo arquiteto Mies van der Rohe na escola Bauhaus: menos mais! Eu pergunto: menos mais para quem? Van der Rohe usava ela para aludir racionalizao extrema de recursos: usar o mnimo de material para obter o mximo de eficincia de uso. O modernismo almejava a padronizao do cotidiano segundo leis de bem-estar pretensamente universais. Hoje em dia, ningum acredita que isso seja possvel, no entanto continua-se a repetir que menos mais. porque a frase adquiriu um novo sentido. Diante de tamanha abundncia de produtos e tecnologia, oferecer menos um diferencial de mercado, ou seja, destaca o produto. Hoje, menos diferente, no mais. Se fosse mais, as pessoas pediriam menos produtos, menos funcionalidades, menos consumo, mas no o que se observa na prtica: as pessoas querem sempre mais e mais! Menos menos e mais e mais; no d pra correlacionar quantidade com qualidade.

Assim como o protagonista do romance A Insustentvel Leveza do Ser sente o peso do comprometimento com a liberdade quando se envolve com uma mulher, ns sentimos o peso da simplicidade quando sua complexidade inerente se desvela. Negar a complexidade tapar o sol com a peneira: o caos se alastra inevitavelmente. Entretanto, precisamos crer em simples ideais para sobreviver ao caos que nos consome em nossa sociedade atual.

A demanda por profissionais de usabilidade vem crescendo no Brasil entre as grandes empresas, que contratam consultorias para melhorar seus sites. Em algumas delas j possvel encontrar um especialista nas equipes de internet.

Por Mercedes Sanchez

Muitas vezes h uma distncia enorme entre quem cria um produto e quem realmente o utilizar. Da mesma forma, quem desenvolve um site acredita que os usurios agiro como ele pensa, o que pode no acontecer. Desenvolvedores de sistemas no prevem aes dos usurios, que acabam cometendo erros e at perdendo dados. J as indstrias criam produtos que inadvertidamente aumentam o estresse dos usurios, gerando insatisfao com a marca e com a empresa.

nesse cenrio que entra o profissional de Usabilidade, cujo trabalho tem avanado rapidamente para uma carreira slida nos Estados Unidos, justamente porque faz a ponte entre quem cria e quem usa o produto. Para funcionar de verdade, um produto ou servio tem de ser fcil de usar no dia-a-dia.

A demanda por profissionais de usabilidade vem crescendo no Brasil, principalmente entre as grandes empresas, que buscam consultorias em Usabilidade para melhorar seus sites. Em algumas poucas companhias j possvel encontrar um especialista nas equipes de internet.

H tambm alguns cursos de ps-graduao em Usabilidade, como o da PUC-RJ e o da UFRGS, e tambm cursos rpidos sobre o tema, alguns online. Muitas empresas preferem optar por cursos de Usabilidade in company para suas equipes internas de internet e marketing.

Apesar de ainda ser um assunto novo no Pas, j existem especialistas em Usabilidade experientes, que atuam nesse mercado como pioneiros h quase uma dcada, que estudaram o assunto nos Estados Unidos, onde tudo comeou, e que vm trabalhando para empresas de segmentos variados desde 2000.

O interesse das empresas cresceu bastante nos ltimos dois anos por uma razo bem direta: investir em usabilidade aumenta as vendas, melhora as taxas de converso dos sites e d retorno certo, sem falar nos benefcios para a imagem da empresa.

Estudos realizados pelo Nielsen Norman Group mostram que, na mdia, os sites de comrcio eletrnico dobram as vendas quando atendem s regras da usabilidade. Mesmo os sites que no vendem online podem dobrar as taxas de converso para suas metas de negcio, como conquistar potenciais novos compradores ou atrair novos assinantes para suas newsletters. [Webinsider]

por Danton Porto

  1. Não se pode dizer que as cores são invenções de nossas mentes, pois elas dependem de um estímulo físico externo ao nosso corpo – a luz. Entretanto a interpretação desses estímulos, sim, cabe ao nosso cérebro fazer, bem como criar imagens a partir dessas informações.

  2. Algumas cores, de tons próximos ao vermelho, laranja e amarelo são chamadas de quentes pois lembram a cor do Sol, do fogo, da terra e outros objetos quentes e secos. Cores de tonalidades próximas ao verde e azul são chamadas de frias por lembrarem sombra, água e gelo. Entretanto isso é apenas aparência, afinal existe fogo azul. Olhe nessa caricatura do Pablo Picasso feita pelo Baptistão como o uso de cores frias, ou de cores quentes altera o seu significado:

    A da esquerda (a versão original) se baseia em tons quentes e mostra uma mente inquieta, o pintor em processo de criação e seu olhar dele é cheio de vida. Já a figura da direita (a que eu estraguei) é baseada em tons frios. O pintor parece estar muito mais passivo. Ele apenas contempla o mundo, seu olhar é gelado e impessoal. O clima é melancólico, digno de sua fase Azul.

    O autor da caricatura é o Baptistão, um dos melhores cartunistas do país. Seus desesnhos são exibidos em grandes jornais e revistas do País. Ele tem um blog aonde seus trabalhos são expostos. Vale a pena dar uma olhada : www.baptistao.zip.net . Valeu Baptistão pela força.

  3. Amarelo, vermelho e azul são considerados tons primários, pois a partir deles (e suas misturas), se formam todos os outros tons de pigmentos e tintas. Podemos misturar o azul e o amarelo para obter o verde, o amarelo e o vermelho para obter o laranja e assim vai. Mas em compensação, nenhuma mistura de tintas vai resultar em uma dessas três cores. Ao se misturar essas 3 cores em suas intensidades máximas conseguiremos o preto.
    E pra terminar essas cores, n
    a verdade, são o Amarelo, o vermelho magenta e o azul ciano.

  4. O preto, o “k” das impressoras que imprimem em CMYK, existe para dar destaque a imagens (é usado em contornos), para escrever textos (imagina escrever um texto com a letra bem pequena, sendo que cada letra seria conteria azul ciano, vermelho magenta e amarelo bem intensos misturados pra chegar em um tom próximo ao preto, a chances de se ter um texto borrado ou com fantasma de uma dessas 3 cores é bem grande) e também para se economizar tinta.

  5. Os televisores usam vermelho-verde-azul com base para formar suas imagens pois suas imagens são formadas de forma diferente do que uma pintura. Na Tv se vê diretamente a luz emitida pela tela , enquanto numa pintura se vê a luz refletida pelas tintas da pintura. trabalha com mistura de luz e a outra com mistura de tintas. O vermelho-verde azul, também são considerados tons primários, mas de quando se trabalha com a mistura de luzes. E finalmente eles são considerdos primários por corresponderem s cores melhores captadas pelas células dos nosso olhos.

  6. O olho busca sempre estar em equilíbrio. Por isso, quando ele é exposto a uma cor, ele tenta anulá-la procurando a sua cor oposta (ou complementar) para voltar ao seu antigo estado de equilíbrio. As cores complementares são duas cores que se localizam em pontos diametralmente opostos da roda de cor. Quando duas cores opostas e bastantes vívidas são colocadas lado a lado, como nessa placa vermelha e verde, o olho não sabe em quem se fixar já que uma cor anula a outra. A fronteira entre essas cores parece vibrar justamente porque olho procura incessantemente anular uma cor na outra.

  7. Uma das coisas que fazem alguns pintores serem considerados geniais é a maneira como eles usam as cores. Talvez o que faça deles gênios não seja um dom sobrenatural, mas a paciência que tiveram para observar a natureza e suas sutilezas durantes anos. O que eles perceberam foi que as cores sozinhas dizem muito pouco, mas que quando postas ao lado de outras assumem um sentido totalmente novo. Nesse quadro da catedral da Rouen, Monet ao pintar as sombras da catedral, ao invés de usar o preto ( que deixaria a catedral com uma cara de suja) usou um violeta escuro, cor oposta (complementar) a da catedral, que é amarelada. Ele sabia que cores opostas quando bem usadas, ressaltam uma a outra. Assim ele conseguiu dar esse efeito vívido a catedral.

  8. Harmonia cromática, não é uma combinação bonita de cores, nem uma escolha aleatórias de tons que tragam paz, tampouco uma combinação subjetiva. É antes uma escolha muito bem pensada de forma que as cores entrem em equilíbrio. Isso se obtém através do uso de cores opostas, complementares.