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Conceitos

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Embora falte os ajustes finais solicitados pela banca examinadora que foi composta pelo doutores Maria Celeste, Cláudio Paixão e Maria Inês, estou disponibilizando minha dissertação de mestrado que foi aprovada. Como citado pelos Doutores de minha banca,  o tema tratado foi considerado complexo, afinal discutir design, percepção, e construção de conhecimento com foco administrativo, como pode ser percebido pelo título de meu estudo, “O Design e as Influências na Construção de Conhecimento”, não é algo muito light.

Enfim, preciso que vocês tenham ciência que falta as correções finais (nada que prejudique o que vocês estarão lendo), assim que estas correções estiverem prontas disponibilizo novamente. Ainda não dividi o arquivo por capítulo, logo o tamanho está por volta de 15MB. Ok?

Acredito que agora saciei alguns curiosos. ;)

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Por Gláucia Roberta

O termo Gestalt possui origem alemã, e desde a época de Goethe este substantivo possui dois significados distintos: o primeiro significa forma; já o segundo explica o termo como sendo uma entidade concreta constituída de atributos, ou seja, características e além destas a forma. Este último que foi adotado pelos pesquisadores que desenvolveram a Teoria da Gestalt ou Psicologia da forma como também foi chamada. O termo Gestalt não é encontrado em outras línguas, deste modo os gestaltistas ao traduzirem seus trabalhos para outras línguas preferiram padronizar e não traduzi-la. (Engelmann, 1978c; Köhler, 1929/1947)

De forma simplista o objetivo da Gestalt é estudar a percepção que um indivíduo desenvolve diante de cores, de formas e objetos. Para que isto ocorra, esta escola estabeleceu uma lista de princípios que permitem entender a percepção humana, com foco na percepção visual do indivíduo.

A palavra forma vem do latim, “informare”, dar forma a alguma coisa. Platão diz que a forma é a soma da essência com a matéria se apresentando como um objeto do conhecimento intelectual. Já Descartes afirma que a forma representa uma idéia, logo, torna-se polivalente, pois se relaciona aos conceitos de todas as áreas do conhecimento. Dizendo-se que a forma é o sinônimo de dado, por sua vez, impregnado de conteúdo, esta (a forma) é pensamento e fluxo de idéias. Para que ocorra a metamorfose deste dado em informação, há de se considerar a sua natureza (Soares, 2001).

Veja mais sobre Gestalt aqui.

Você também pode aprofundar neste conteúdo vendo o tópico sobre Gestalt na minha dissertação de mestrado.

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Design está na moda. Usam essa palavra para se referir a uma porção de coisas, e que nem sempre tem de fato relação com Design. Essa palavra chama a atenção em capas de revista, temas de palestras, cursos e campanhas publicitárias. As várias interpretações e o pouco esclarecimento sobre a real função do Design geram uma grande confusão e pouca eficácia no processo de criação para Web, assim como em outras Ã¡reas.

Qual a função do design?

Qual a função do design?

Tio, o que é Design?”

Design refere-se ao projeto visual e funcional de um produto (em nosso caso um Web Site), a adaptação de um produto a necessidade dos seus usuários, cativando o seu uso através da estética, aplicando-se conceitos e usabilidade a sua forma. Porém não é difícil encontrar profissionais, empresas, cursos, matérias de revistas e conversas de botequim, associando o Design à produção de imagens, ou resumindo-o na manipulação de um Software específico.

Os Softwares são apenas ferramentas, e não garantem a qualidade do projeto. Nenhum software deve ser encarado como uma solução pronta. Existem diversos Softwares diferentes e com funções similares, e a escolha sobre qual utilizar deve ser de cada um. A definição do que é Design vai muito além do Photoshop.

O Design é uma área projetual. Sua função é responsável por gerar desempenho, qualidade, durabilidade e aparência a um produto. Cada trabalho a ser realizado exige planejamento, pesquisa, criatividade e técnica. Ao contrário do que muitos pensam, a função do Design não está vinculada pura e simplesmente a produção de imagens.

A função do Design, além da estética, é tornar um produto funcional. É transformar Informação em Comunicação!”

Na produção de um Web Site (assim como em outros produtos) deve-se elaborar um projeto coerente, que forneça soluções eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicação, focadas nas necessidades do Público Alvo. Não é um trabalho apenas criativo, mas também de planejamento.

Voltar ao indice de artigoso e de pesquisa. Produzir um Web Site inevitavelmente exige “Pensar”.

Portanto, além da manipulação de Softwares, existem alguns métodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer, além de conhecimentos conceituais sobre como trabalhar a Pregnância da Forma.

Tio, por onde começar o Projeto?”

Briefing é um documento onde são colocadas as informações e dados necessários para a criação de qualquer projeto, como objetivos, propósitos, informações sobre o cliente, o produto a ser divulgado, o público alvo, prioridade das informações, imagem a ser transmitida, motivações, etc.”

Inicialmente, devem ser coletadas e organizadas as Informações para o projeto. Utilizar elementos dentro de qualquer peça gráfica sem um estudo do caso é um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade. Há que se levar em consideração diversos fatores tais como: o objetivo do projeto, o produto a ser divulgado, o público alvo (sexo, idade, cultura, classe social, etc), Identidade Visual, Motivações, etc. Para realizar tal estudo do caso, nada melhor do que ter em mãos um Briefing bem elaborado. O ideal para a elaboração desse documento é reunir-se com o cliente, tirando suas dúvidas, esclarecendo detalhes e orientando-o sobre conceitos e tecnologias. Quando esse processo de elaboração não é possível de se realizar com o cliente, pode-se enviar a ele um documento com perguntas a serem respondidas, o que nem sempre é satisfatório. É possível encontrar vários modelos e exemplos de Briefing na Web, dando uma noção de como esse documento deve ser feito. No entanto o ideal é não seguir um modelo, e sim elaborá-lo sempre de acordo com a necessidade do projeto.

Após a análise do Briefing e com as devidas pesquisas feitas, o próximo passo é a Arquitetura da Informação. Como organizar a estrutura da interface e a distribuição das informações em categorias, além de priorizar a comunicação de informações mais relevantes. O documento apropriado para especificar a ordem e o posicionamento dos elementos que vão compor a página é o Wireframe. Através de uma forma esquemática, ele representa a distribuição e a hierarquia das informações a serem comunicadas. A partir dos posicionamentos do Wireframe é que se constrói o Layout.

Cada elemento do Layout deve ter uma função”

Layout

Layout

Uma vez que uma das funções do Design é transformar Informação em Comunicação, nenhum elemento dentro do Layout deve estar lá sem comunicar algo. Elementos desnecessários podem confundir, poluir e dificultar o acesso e o entendimento das informações. Para um bom trabalho, é necessário fazer um estudo de conceitos visuais e de comunicação. Deve-se ter consciência do porque usar determinadas Cores, Fontes e Formas, e qual imagem e sensações esses elementos estão passando para o usuário.

Combinações cromáticasAs Cores têm poder de comunicação bem maior do que se imagina. É importante saber trabalhar com a Psicodinâmica das Cores, para que elas transmitam a imagem e as sensações orientadas no Briefing. Cada cor transmite informações, sensações e emoções diferentes. Uma boa introdução neste assunto é encontrada no site Color in Motion, que por meio de uma animação, dá exemplos de sensações e emoções que cada cor pode representar.

Para elaborar a Paleta de Cores de um site, é importante saber como trabalhar as Combinações Cromáticas. Por mais que se saiba que cores transmitem as sensações desejadas, é essencial saber como combina-las. Nesta tarefa é essencial ter em mãos um Círculo Cromático.

Uma ótima ferramenta que pode nos auxiliar na elaboração de uma Paleta de Cores é encontrada no endereço http://kuler.adobe.com.

Toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras”

Tipografia

Tipografia

Outro fato que se deve ter em mente é que toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras. Sendo assim, é importante ter um bom conhecimento de como trabalhar com a Tipografia. Para comunicar uma idéia deve-se trabalhar com fontes que priorizem a legibilidade e que tenham relação com o contexto do projeto. Deve-se saber, por exemplo, que fontes com Serifas não são indicadas para inclusão de textos na Web, pois a baixa resolução dos monitores faz com que as Serifas se sobreponham e dificultam a leitura. Porém, em títulos elas podem ter um bom resultado decorativo. Fontes sem Serifa conseguem ter uma maior legibilidade no monitor, principalmente se trabalhadas com um bom entrelinhamento. Existem diversas famílias tipográficas, cada qual com uma aplicação especifica, de acordo com o contexto. Saber escolher bem as fontes a serem usadas é um ponto importante na comunicação.

Gestalt

Outro fator que auxiliará na Pregnância da forma é a aplicação das leis da Gestalt em nosso projeto. Segundo a Wikipédia, Gestalt é um termo intraduzível do alemão, utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Aprendendo a analisar as manifestações visuais e objetos ao redor, compreende-se melhor o porquê algumas formas agradam e outras não, podendo assim trabalhar esses fatores em nossos projetos. O estudo da Gestalt compreende a “integração das partes em oposição à soma do todo: estrutura, figura e forma”. Leis da Gestalt, como Unificação e Segregação, Fechamento, Boa continuidade, Proximidade e Semelhança, ajudam a orientar o processo de criação e obter resultados satisfatórios. Uma boa referência de Estudo sobre o assunto é o livro “Gestalt do Objeto: Leitura Visual da Forma”, do professor João Gomes Filho.

Gestalt

Gestalt

Os processos e conceitos necessários para se tornar um Designer não se encerram aqui. Outros conhecimentos, como Semiótica, Antropologia, Arte, técnicas de composição, além da busca de boas influências, são essenciais na formação de um profissional. Porém, a partir daqui pode-se ter uma compreensão mais clara do que é Design, além de uma direção para iniciar os estudos.

PageRank é um critério que influencia na escolha dos resultados nas buscas. Começou antes do Google, como um projeto de uma nova forma de busca e tem o sobrenome do criador, Larry Page.

Por Paulo Rodrigo Teixeira

Todo mundo conhece o Google por sua eficiência em exibir resultados. Você procura por praticamento qualquer termo e encontra diversas páginas relacionadas ao que foi pesquisado.

Hoje o Google conta com mais de 100 fatores diferentes para definir o posicionamento das páginas em uma busca, mas a base deste segredo, que mudou a maneira em que os sites de buscas defininem o posiconamento nos seus resultados, se chama PageRank.

Ele nasceu de um projeto de criação de uma nova forma de busca. O nome, PageRank, vem do sobrenome do criador, Larry Page. Logo após, Sergey Brin entrou no projeto e juntos eles fundariam mais tarde o Google.

A base para cálculo do PageRank são os links. Cada link funciona com um voto. Quando um site linka para outro, ele dá um voto para esta página. Quanto mais votos uma página recebe, mais relevante ela será. Além da quantidade de votos, o PageRank que uma página possui também influencia no peso do voto. Ou seja, depende de quem linka, a pontuação passada é maior. Você pode conferir uma explicação mais detalhada do PageRank na Wikipedia.

Conforme o resultado deste cálculo, cada página recebe uma pontuação de 0 até 10. No Brasil não temos páginas com PageRank 10 ou 9. Somente páginas como Abode, Microsoft e NASA tem PageRank 10. Entenda que o Google atualiza seu PageRank de tempos em tempos, então o número de PageRank que ele passa pode estar desatualizado.

Você pode descobrir o PageRank de uma página basicamente por duas formas: ou pelo Google Toolbar, que exibe o PageRank da página que você está, ou por um serviço online de PageRank.

A pontuação crescente no PageRank não é linear mas sim logarítima. Isto significa que subir do PR 6 para o PR 7 é muito mais difícil que subir do PR 1 para o PR 4. Esta escala é ajustada conforme o tempo passa já que a cada dia existem mais páginas e consequentemente mais votos. Inclusive rola pelos bastidores que estamos passando por esta atualização já que alguns sites tiveram seu PageRank diminuído. Ah, um detalhe às vezes esquecido: PageRank se escreve junto e com as letras P e R capitalizadas.

Agora que você já sabe o que é PageRank basta ter uma página com PR 10 que você aparece em primeiro sempre? Não é tão simples assim. Como já citei acima, existem vários fatores que influenciam um resultado. O que você deve levar em consideração sobre o PageRank é que ele pode ser distribuído para suas páginas internas ou que uma página com PageRank muito baixo pode não aparecer nos resultados. A verdade é que você pode desencanar do PageRank. Basta fazer um bom trabalho e aguardar o resultado.

Como o alinhamento pode ser trabalhado de formas diversas….
Observe a obra de Piet Mondrian ao lado e analise o alinhamento de quadros!

Existe o designer que faz web.

Por Marcos Nähr

Sobre esta discussão, Alexandre Wollner*, um dos mais importantes designers gráficos do país, é taxativo. Ele diz que “o web design é um fragmento do design. Não existe web designer. Existe o designer que faz web e este profissional tem que aprender tudo, tipografia, fotografia, semiótica, gestalt, matemática, ótica, percepção, comportamento humano, etc. Senão, ele não consegue fazer web”.

Toda afirmação taxativa deve ser analisada de acordo com o seu contexto, levando-se em conta quem disse e porque disse. Nesse sentido, devemos ler esta afirmação de Wollner levando em conta sua formação acadêmica e sua luta pelo design no Brasil. A formação de Alexandre Wollner vem de uma escola de design com inclinação científica, a Escola Superior da Forma de Ulm, que foi a precursora do primeiro curso de design no Brasil (Escola Superior de Desenho Industrial - Esdi, no Rio de Janeiro).

Analisando mais a fundo a afirmação, observa-se que um designer que faz web precisa (lendo nas entrelinhas do discurso de Wollner) de um processo criativo bastante aguçado. E onde começa este processo criativo? Com certeza começa no momento em que você decide que quer ser um designer. A partir deste momento, tudo que você olhar, sentir ou fizer irá alimentar a sua “inteligência visual” e contribuir para que você se torne um verdadeiro designer.

Mas não para por aí. O que Wollner diz também é que apenas alimentar nossos sentidos com informações visuais não é suficiente.

Para entender mais esta questão, pense no seguinte: um design bem feito parece sempre ser muito simples, parece inclusive ter sido feito sem esforço algum. Esta sensação é, sem dúvida, um dos propósitos do design. Quando nós encontramos um design assim, que nos inspira, queremos poder fazer algo tão bom quanto ou melhor do que o que estamos vendo. E por parecer tão simples, temos certeza absoluta de que somos capazes de fazer algo assim também.

Mas no momento em que partimos para a prática, notamos que tudo é muito mais difícil do que parecia à princípio.
Isto acontece porque design não é feito simplesmente de estética e emoção. Esses são apenas alguns elementos da função do design. Existem muitos outros elementos no processo de criação do design, como o mercado, o produto em si, a usabilidade e o ambiente onde este design vai existir. Existe uma necessidade de se atualizar a relação da tecnologia com os designers para além da expressão artística. O termo design se relaciona não só com a criatividade, mas também com a tecnologia, com o significado, com a linguagem.

Daí a necessidade de uma formação mais sólida por parte dos designers (inclusive aqueles que fazem web), uma formação que seja capaz de “traduzir” as informações visuais que nos bombardeiam constantemente em elementos que possam gerar uma inteligência visual. Esta formação não deve ser entendida como uma amarra à nossa criatividade, muito pelo contrário. É ela que vai propiciar o surgimento de um profissional muito mais seguro na hora de expressar sua criatividade.

* Alexandre Wollner (1928 - ) começou seus estudos no Instituto de Arte Contemporânea criado por Pietro Maria Bardi no Masp. Esta passagem pelo IAC propiciou-lhe uma vaga na Escola Superior da Forma de Ulm, Alemanha. De volta ao Brasil, participou da criação da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro. É autor de célebres logomarcas, como a da Klabin, da Santista, da Eucatex e do Itaú. [

Sobre Gestalt

Aprenda Gestalt com James Brown

GESTALT é muito legal, pena que tão mal ensinada por aí. Muitos a aprendem na faculdade, normalmente na forma de diagraminhas sem vergonha como estes, aí não é à toa que não se lembre mais tarde, quando precisa usar para fazer um layout.
É aquela velha história: teoria é bom, e não tem tutorial na Internet que se sustente sem uma boa base. E quando bem aplicada, a teoria gera resultados impressionantes.

Veja este cartaz: Os conceitos da Gestalt se aplicam maravailhosamente aqui. Veja só:

  • EMERGÊNCIA: O rosto aparece por inteiro, depois identificamos suas partes. Ao contrário de um texto escrito, não se vê pedaços de uma imagem que, aos poucos, compôem um todo.
  • REIFICAÇÃO: O rosto é construído pelos traços que se formam nos espaços entre as linhas e letras (repare a franja). Eis um excelente exemplo da importância dos espaços em branco (vazios) no desenho de uma página. Eles dão suporte para os outros elementos.
  • PERCEPÇÃO MULTI-ESTÁVEL: Em uma composição bem-feita, a visão não “pára” em um lugar. Perceba como você olha para o rosto, o nome, o fundo. ISSO é interatividade, muito mais interessante que um pop-up ou qualquer outra chatice publicitária.
  • INVARIÂNCIA: As letras são reconhecidas e podem ser lidas, pouco importa seu tamanho, distorção ou escala.
  • FECHAMENTO: Tendemos a “completar” a figura, ligando as áreas similares para fechar espaços próximos. É fácil ver as bochechas, a língua (escrita “soul”, genial) etc. É o mesmo princípio que nos permite compreender formas feitas de linhas pontilhadas.
  • SIMILARIDADE: Agrupamos elementos parecidos, instintivamente. Perceba que, por mais que você tente evitar, o rosto se destaca do fundo, mesmo sendo da mesma cor.
  • PROXIMIDADE: Elementos próximos são considerados partes de um mesmo grupo.
  • SIMETRIA: Imagens simétricas são vistas como parte de um mesmo grupo, pouco importa sua distância. É o que forma o fundo - e o separa do rosto.
  • CONTINUIDADE: Compreendemos qualquer padrão como contínuo, mesmo que ele se interrompa. É o que nos faz ver a “pele” do sr. Brown como algo contínuo, mesmo com todos os “buracos” das letras.
  • DESTINO COMUM: Elementos em uma mesma direção são vistos como se estivessem em movimento e formam uma unidade, como se percebe na “explosão” que acontece no fundo do cartaz.