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JEDI - Curso de Java

Agora s no aprende quem no quer……. isisisisisisisis

O Braslia Java Users Group - DFJUG, iniciou suas atividades em Fevereiro/98 com o intuito de difundir a linguagem Java em seus mais diversos aspectos, com cursos, palestras entre outros meios de divulgao de uma das maiores e melhores linguagens orientadas a objeto da atualidade.

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Embora falte os ajustes finais solicitados pela banca examinadora que foi composta pelo doutores Maria Celeste, Cludio Paixo e Maria Ins, estou disponibilizando minha dissertao de mestrado que foi aprovada. Como citado pelos Doutores de minha banca, o tema tratado foi considerado complexo, afinal discutir design, percepo, e construo de conhecimento com foco administrativo, como pode ser percebido pelo ttulo de meu estudo, “O Design e as Influncias na Construo de Conhecimento”, no algo muito light.

Enfim, preciso que vocs tenham cincia que falta as correes finais (nada que prejudique o que vocs estaro lendo), assim que estas correes estiverem prontas disponibilizo novamente. Ainda no dividi o arquivo por captulo, logo o tamanho est por volta de 15MB. Ok?

Acredito que agora saciei alguns curiosos. ;)

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O Prof. Luli Radfahere da USP publicou em seu site um contedo discutindo CSS e Tipografia. Ele fez esta publicao em 4 posts que valem a pena dar uma lida, e no 3 como havia dito anteriormente.

So eles:

Design para CSSers - Tipografia, parte I

Design para CSSers - Tipografia, parte II

Design para CSSers - tipografia, parte III

Design para CSSers - tipografia, parte IV

Antes de falar sobre o curso de Sistemas para Internet gostaria de repassar está reportagem escrita pela Cristina Jacó para o imasters. Afinal, é do interesse de todos que visam esta área.

Uma análise sobre como é regulamentada a formação em design no Brasil, de acordo com fontes oficiais do MEC.

Sabemos que, no Brasil, o órgão máximo que regulamenta a educação e, conseqüentemente, afeta as práticas profissionais dos estudantes universitários, em tempo de formação, é o MEC - Ministério da Educação e Cultura. Fazendo uma consulta na sua base de dados, estudando suas resoluções, portarias e a própria LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, encontramos alguns achados esclarecedores, que explicam, de certa forma, o que vem acontecendo no Brasil nessas profissões do setor de design.

Sabemos que o mercado de design abrange inúmeras nomenclaturas e atividades, por exemplo: webdesign, design de interiores, design gráfico, design industrial ou design de produto, design de embalagens, design editorial, design automobilístico, design de moda, etc. Cada uma dessas áreas abrangem práticas profissionais específicas e até, de certo modo, completamente diferentes umas das outras. Enquanto para um designer gráfico, por exemplo, é importante a comunicação criativa acima de tudo (afinal papel aceita tudo), para um designer industrial é muito importante atender à indústria e seus meios de produção, considerando questões de custos e reprodutibilidade do produto, assim a criatividade louca e desenfreada acaba a segundo plano. Afinal, se criativamente uma cadeira acolchoada com pregos é inusitada e irreverente, do ponto de vista do produto, não é útil e muito menos vendável, portanto não deve ser industrializada, pois se cadeiras servem para sentar, quem vai passar horas sobre pontas de pregos?

Muitas dessas questões fazem com que cada ramo do design siga por caminhos diferentes, com pontos de vistas diversos e até conflitantes. E o MEC, como vê isso? Quanto ele determina essas especificidades das profissões de design? O que ele assumiu ser o perfil do profissional de design, quais as habilidades que ele deve desenvolver em um curso universitário e que garantias os estudantes têm sobre a qualidade da sua formação?

A graduação em design é oferecida com um currículo de duração de dois a quatro anos, recebendo um título de tecnólogo (para cursos de dois anos) ou de bacharel, que devem obrigatoriamente completar quatro anos de curso universitário. Para mais esclarecimentos e saber como a educação no Brasil está organizada consulte o site do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, sobre a responsabilidade do MEC - Ministério da Educação e Cultura, através do endereço: http://www.educacaosuperior.inep.gov.br. Os órgãos brasileiros competentes se encarregam de manter atualizadas as informações sobre a situação da educação superior, publicando, na base de dados do INEP, os cursos e as instituições com cursos aprovados, reconhecidos e recomendados pelo próprio MEC.

A partir de 2002, o MEC iniciou um processo de reavaliação e revisão das diretrizes curriculares dos cursos de graduação de nível superior, entre eles os cursos de design. Para o governo brasileiro, o estudo de ramos específicos do design, como mencionados acima, deve obedecer ao estabelecido nas diretrizes curriculares gerais, determinadas para a área de design como um todo, portanto não há uma grade curricular específica para designers de Internet, ou designers de produtos. Suas diretrizes gerais determinam um nível mínimo de qualidade para esses cursos, sobre a pena de não ser reconhecido e não possuir seu diploma validado pelo órgão máximo da educação no Brasil.

De acordo com a Resolução CNE/CES nº 5, de 8 de março de 2004, que aprova as "Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Design", e dá outras providências. Segundo o Art. 3º deste documento o perfil desejado para o formando em design deve ser:

"O curso de graduação deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação para a apropriação do pensamento reflexivo e da sensibilidade artística, para que o designer seja apto a produzir projetos que envolvam sistemas de informações visuais, artísticas, estéticas culturais e tecnológicas, observando o ajustamento histórico, os traços culturais e de desenvolvimento das comunidades, bem como as características dos usuários e de seus contexto sócio-econômico e cultural."

De acordo com o Art. 4º da mesma Resolução as seguintes competências e habilidades devem ser desenvolvidas nos estudantes de design dentro das instituições de ensino:

"O graduado em design deve revelar pelo menos as seguintes competências e habilidades:

I - capacidade criativa para propor soluções inovadoras, utilizando o domínio de técnicas e de processos de criação;

II - capacidade para o domínio de linguagem própria expressando conceitos e soluções em seus projetos, de acordo com as diversas técnicas de expressão e reprodução visual;

III - capacidade de interagir com especialistas de outras áreas de modo a utilizar conhecimentos diversos e atuar em equipes interdisciplinares na elaboração e execução de pesquisas e projetos;

IV - visão sistêmica de projeto, manifestando capacidade de conceituá-lo a partir da combinação adequada de diversos componentes materiais e imateriais, processos de fabricação, aspectos econômicos, psicológicos e sociológicos do produto;

V - domínio das diferentes etapas do desenvolvimento de um projeto, a saber: definição de objetivos, técnicas de coleta e de tratamento de dados, geração e avaliação de alternativas, configuração de solução e comunicação de resultados;

VI - conhecimento do setor produtivo de sua especialização, revelando sólida visão setorial, relacionada ao mercado, materiais, processos produtivos e tecnologias, abrangendo mobiliário, confecção, calçados, jóias, cerâmicas, embalagens, artefatos de qualquer natureza, traços culturais da sociedade, softwares e outras manifestações regionais;

VII - domínio de gerência de produção, incluindo qualidade, produtividade, arranjo físico de fábrica, estoques, custos e investimentos, além da administração de recursos humanos para a produção;

VIII - visão histórica e prospectiva, centrada nos aspectos sócio-econômicos e culturais, revelando consciência das implicações econômicas, sociais, antropológicas, ambientais, estéticas e éticas de sua atividade."

As exigências curriculares para as instituições de ensino estão explicitadas no mesmo ato normativo, no Art. 5º:

"O curso de graduação em design deverá contemplar, em seus projetos pedagógicos e em sua organização curricular, conteúdos que atendam aos seguintes eixos interligados de formação:

I - conteúdos básicos: estudo da história e das teorias do design em seus contextos sociológicos, antropológicos, psicológicos e artísticos, abrangendo métodos e técnicas de projetos, meios de representação, comunicação e informação, estudos das relações usuário/objeto/meio ambiente, estudos de materiais, processos, gestão e outras relações com a produção e o mercado;

II - conteúdos específicos: estudos que envolvam produções artísticas, produção industrial, comunicação visual, interface, modas, vestuários, interiores, paisagismos, design e outras produções artísticas que revelem adequada utilização de espaços e correspondam a níveis de satisfação pessoal;

III - conteúdos teórico-práticos: domínios que integram a abordagem teórica e a prática profissional, além de peculiares desempenhos no estágio curricular supervisionado, inclusive com a execução de atividades complementares específicas, compatíveis com o perfil desejado do formando."

O texto original desta Resolução pode ser encontrado no Portal do MEC através do endereço: http://portal.mec.gov.br/cne/index.php?option=com_content&task=view&id=77&Itemid=227

Portanto, segundo a legislação vigente, os cursos de nível superior em design deveriam ser preparados para desenvolver no aluno uma visão holística e capacitá-lo a criar produtos e oferecer serviços completos. Como sempre, nossa legislação está em plena concordância com as necessidades do mercado, mas infelizmente os recém-graduados não conseguem desenvolver ou cumprir todas essas habilidades profissionais com a devida seriedade. Fica o alerta para todos que desejam ingressar nessa área, o MEC não determina especificamente o que aprender/ensinar em cada ramo do design. Daí a grande liberdade das instituições ensinarem o que é de seu interesse ou especialidade de seu corpo docente.

Portanto, mesmo que se matricule em uma instituição reconhecida pelo MEC, que obedece a essas diretrizes, e mesmo que a legislação exija das instituições avaliadas e reconhecidas um patamar mínimo de qualidade de ensino, generalizado e não especializado, a responsabilidade pela sua formação é, e sempre será, sua (não é do governo e não é da instituição de ensino). Nenhuma instituição, por mais equipada em termos de pessoal, infra-estrutura e recursos financeiros; e nenhum professor, por mais conceituado e esclarecido que seja, conseguirá transferir para o aluno desinteressado o que ele precisa saber para se virar no mercado. Por incrível que pareça há casos de alunos que se formam sem ter comparecido às aulas, ou colam grau sem ter sequer lido um único livro ao longo de seus anos de faculdade. Como espera um aluno sem cultura conseguir produzir um produto de elevado conceito cultural como são os produtos de design?

Usabilidade

Muitos profissionais acreditam que basta a usabilidade aplicada a website para atrair e manter usurios, entretanto existem outros conceitos que devem ser considerados quando se desenvolve um website com este objetivo.

Nessa linha de atrair e manter, muito se tem falado sobre usabilidade, baseada no conceito e padres da W3C. Para quem no sabe, W3C um consrcio de empresas de tecnologia que sugere padres e conceitos que buscam auxiliar no desenvolvimento de websites que possam ser acessados e visualizados por qualquer tecnologia ou pessoa, independente de hardware ou software utilizado.

Neste artigo defendido pelo Marcelo Mattei que outros fatores, alm do acesso e visualizao, devem ser levadas em conta, e podem ser decisivos na fidelidade do usurio, ainda mais quando se trata de websites comerciais, aqueles que visam negcios.

Esses fatores so heursticas, monitoramento, relacionamento segurana.

Avaliao Heurstica
Heurstica pode ser definida como um conjunto de regras e mtodos que levam a resoluo de problemas. Portanto, no contexto website, essa abordagem trata da deteco e correo de erros de pginas.

aplicada atravs de testes de navegao reais, monitorados, que garantem a correo de aproximadamente 80% dos problemas de navegao de um website.

Monitoramento
Para websites comerciais, muito importante medir e gerenciar as atividades dos usurios durante a utilizao do website.

O grande diferencial da internet com relao s outras mdias a possibilidade de saber o que os usurios esto fazendo no website.

Esse monitoramento permite um melhor conhecimento de seus usurios e, portanto, um desenvolvimento de correes e funes voltadas especificamente para as necessidades do pblico que utiliza o website. Usurio satisfeito usurio fiel.

Relacionamento
Essencial. Relacionamento com usurios deve ser parte fundamental na estratgia de um website.

Usurios querem e precisam ter um canal aberto para crticas, sugestes, elogios e dvidas. Interaes “one-to-one” so muito bem-vindas pelos usurios.

Mas cuidado! preciso avaliar se a quantidade de canais de comunicao suficiente e se esses canais funcionam dentro de parmetros aceitveis de resposta. Pior que no abrir o canal, e esquecer o mesmo aberto e sem resposta ao usurio.

Segurana
Websites que solicitam, exibem ou gravam dados de usurios devem desenvolver e aplicar uma poltica de segurana clara e rgida, totalmente em conformidade com normas de tica e boa conduta.

E essa poltica de segurana deve atender no s apenas o relacionamento com o usurio, mas tambm a forma como os dados so armazenados e utilizados pelo website.

muito importante o usurio se sentir seguro. Confiana converte e mantm usurios.

Concluso
Todos esses conceitos aplicados em conjunto com as normas e padres do W3C, garantem uma boa possibilidade de fidelidade do usurio para com o website, o que fundamental para negcios na internet.

Claro que no podemos esquecer o principal que o que o website oferece, o contedo. Um timo website sem um timo contedo no tem funo. Um timo contedo aliado a um timo website so a combinao ideal de sucesso.

No esqueam da “Lei do Clique”. A coisa mais fcil na internet mudar de website, basta um clique.

Ah se todos pensassem assim…..

O livro DWD2 escrito pelo prof. Luli Radfahrer foi disponibilizado em meio digital. Voce pode estar pensando, ah algum em fim scaneou…. nada disto, o prprio autor (que estar aqui em BH) disponibilizou em seu site.

D um “pulo” l e se “lambuse”!

[]s

Desemprego uma palavra que no existe na rea de tecnologia da informao”.Este trecho foi retido da edio da revista Isto a respeito das vagasde empregos na rea de TI, nesta reportagem foi feita uma estimativa at 2012. Para ver a reportagem na ntegra voc ter que baixar os arquivos scaneados e compactados aqui.

[]s

Cores

mais sobre harmonia

do um pouco sobre cor de Danto

quando pensamos em harmonia ainda podemos tratar de alguns tipos especiais de combinações de cores que garantem harmonia. Esses tipos em particular não estão descritas no livro do Itten.  E confesso que para mim será mais difícil explicá-los, pois aparentemente não possuem contraste simultâneo ( estou pesquisando-os). Porém acho que vale a pena citá-los.

Harmonia entre tons análogos

essa harmonia ocorre entre tons vizinhos na roda de cor.

harmonia analoga

a natureza nos presenteia com alguns exemplos desses…

veja esses tons separados da paleta de cores dessa imagem,  pode-se considerá-los análogos.

cor-analoga.jpg

o uso desse padrão cromático  transmite uma sensação de uniformidade à imagem, pois as cores possuem uma base parecida. Há entretanto um contraste muito pequeno entre os tons, o que pode resultar em uma monotonia imensa.

de fred

O foco do Design sempre foi o ser-humano. Existem, basicamente, duas formas de se abordar o elemento humano no processo de design: através do perfil do usuário ou através de seu comportamento.

Perfis são grupamentos de pessoas que compartilham certas características demográficas similares, tais como faixa etária, localização, quantidade de filhos e etc. O design baseado no perfil é o mais comum hoje em dia, porém, em vista das mudanças na sociedade, essa abordagem está se tornando obsoleta.

No mercado de massa, inicialmente havia apenas um perfil de consumidor: o homem ou a mulher média. Tudo era projetado para agradar este ser insólito. As medidas dos produtos tentavam abranger do percentil 5 ao 95%, ou seja, das pessoas de menor proporção corporal as de maior. Claro que, no final das contas, acabavam não sendo perfeitamente adaptados para nenhum dos percentis, pois o homem ou a mulher média simplesmente não existem; não passam de abstrações estatísticas.

As pessoas não ligavam quando um produto era desconfortável, pois a concorrência entre as empresas ainda estava no patamar de custo e escala. Os produtos eram praticamente iguais, mesmo entre empresas diferentes. Se você não se adaptava a um produto, o problema era com você, afinal de contas, você é o diferente: alto, baixo, gordo, magro ou cabeçudo demais.

Recentemente, as indústrias perceberam que as demandas reprimidas das pessoas diferentes eram excelentes oportunidades de negócios. Bastava botar num mercado um produto segmentado para um perfil específico para se tornar sucesso de vendas, mesmo que o produto fosse de qualidade inferior.

Departamentos de marketing passaram a investir grandes somas em pesquisa demográfica visando descobrir segmentos em seus mercados. A cada iteração com o mercado, os marketeiros descobriam novos nichos, cada vez mais específicos. O grande nicho das “donas de casa” logo foi dividido em mulheres desquitadas, solteironas independentes e super-mães. Chegamos ao cúmulo de ter produtos segmentados para pessoas de pele morena, solteiras, de meia-idade, com alto poder aquisitivo e estilo tradicional! É por isso que as prateleiras dos super-mercados estão cada vez mais abarrotadas de variedades de produtos.

O problema dessa abordagem é que as pessoas estão mudando e se diferenciando mais rápido do que os fabricantes conseguem acompanhar. Num momento, a pessoa se encaixa no perfil, em outro momento não. Quando o produto que elas sempre consumiram muda de embalagem para atingir outro perfil, se sentem desprezadas. O contrário também acontece: se o produto não se atualiza, parece obsoleto.

Nos mercados em que a segmentação se encontra saturada, algumas empresas estão experimentando orientar o design do produto não pelo perfil, mas pelo comportamento real do consumidor. Mais do que pesquisas demográficas, estas empresas investem na mineração de dados e em etnografias. O conhecimento obtido por tais métodos podem não ser tão generalizáveis para outras situações, porém, são dados reais, não abstrações. A chance de informarem uma decisão acertada é muito maior.

A rede de supermercados Casa Fiesta oferece aos seus clientes um cartão que dá direito a ofertas especiais quando passado junto ao caixa. O cliente ganha o desconto e o supermercado fica sabendo exatamente o que ele comprou. Com base nestes dados, o supermercado pode acompanhar a eficácia das ofertas, ajustar e vender mais. Pode até gerar perfis de consumidores com hábitos similares, mas estes perfis serão muito diferentes dos baseados em dados demográficos. Aqui o que importa é o que a pessoa faz, não o que ela é ou diz ser.

O que não pode ser rastreado por meios automatizados pode ser alvo de pesquisa de observação, também chamada de etnografia. A Nokia mantém equipes em diferentes pontos do mundo para estudar a apropriação de seus produtos no cotidiano dos usuários. Descobriram que na África é comum a utilização de paredes como agenda de endereços compartilhada nos centros de aluguel de telefone celular. Pois bem, criaram o Nokia 1200 com uma agenda similar embutida. A Motorola também fez algo parecido para desenvolver o Motophone, um celular de baixo custo e fácil utilização, mesmo para analfabetos.

As possibilidades do design centrado no comportamento estão começando a ser exploradas. A tendência é que tenhamos cada vez mais produtos adaptados para o que desejamos fazer e não para o que nós somos, ou melhor, para o que os fabricantes acham que nós achamos que somos.

Inovação! Mais uma palvra da vez…..

Eduardo Santos

A competição e o volume de produtos do mercado capitalista, que faz com que ele esteja constantemente saturado, obriga empresas e profissionais a investir em inovação. Aliás, isso torna-se cada vez mais necessário para a renovação do mercado e venda de produtos. Mas muitos ainda têm o pensamento pouco sintonizado com o que realmente é inovação.

E o que significa de fato inovar?

Vemos muitas pessoas associarem a idéia de que para haver inovação, basta haver criatividade. Porém temos que entender que essas palavras não são sinônimos. Se formos entender a criatividade como a geração de novas idéias, podemos então entender a inovação como a implementação bem sucedida dessas idéias. Sendo assim, não basta ter boas idéias se não estiver apto a implementá-las.

Criatividade é apenas o primeiro passo para que se possa inovar. E, além de boas e novas idéias, devemos saber reconhecer oportunidades para poder aplicar as novas idéias na prática, solucionando problemas de forma bem sucedida e obtendo demanda no mercado. Ai sim teremos algo inovador.

Hoje, a área do conhecimento mais preparada para gerar novas idéias e criar estratégias bem fundamentadas para implementação é o design, por ser cada vez mais uma área projetual com foco no público alvo e em formas de cativá-lo, não apenas esteticamente.

Algumas empresas vão aos poucos tendo essa percepção e escalando designers para trabalhar não só na criação estética, mas na criação de estratégias e planejamento de vendas de produtos e serviços, coisa que era naturalmente responsabilidade dos profissionais de marketing.

Design é área multidisciplinar

Isso faz também com que o design seja uma área cada vez mais multidisciplinar, fugindo da natural grade curricular de antes e agregando para si diversos outros conhecimentos e valores, não se limitando mais a disciplinas de artes.

Hoje, em um mercado cada vez mais saturado de produtos e serviços, e com a globalização e a tecnologia encurtando cada vez mais as distâncias para a concorrência, o sucesso de uma empresa ou de um profissional está diretamente ligado à sua capacidade de criar, repensar e reinventar. Ou, sintetizando, na sua capacidade de inovar.

E sendo a criatividade o primeiro passo para a inovação, o que as empresas e profissionais andam fazendo para estimular seu processo criativo?

Por mais que para ser criativa uma pessoa dependa em boa parte de talento, não acredito que exista apenas um seleto grupo de indivíduos dotados de tal capacidade, privilegiados por uma inspiração divina. Toda pessoa, desde que seja estimulada e se auto-estimule para isso, é capaz de criar novas idéias.

Inovação e custos

Vejo que para muitas empresas e profissionais, inovação acaba sendo um sinônimo natural de grandes investimentos, seja na investida em consultorias, contratação de especialistas, investimento em novos equipamentos, melhor remuneração de seus profissionais ou até mesmo a terceirização de serviços.

Como muitas empresas se vêem sem recursos financeiros para tais investimentos, logo pensam estar sem alternativas. Os custos poderiam ser bem menores se o investimento fosse direcionado à capacitação dos profissionais de design que integram a sua equipe. Na verdade é um erro associar sempre inovação a investimentos financeiros. A primeira atitude para se chegar à inovação está na verdade numa mudança radical de costumes, pensamento e postura.

Um pensamento antiquado, mas que parece ainda muito natural em muitas empresas, é a idéia de estimular a produção criativa através de individualização de tarefas, estimular a competição interna ou premiação financeira dos funcionários, ou até mesmo exercendo certa pressão sobre o processo criativo ou sobre a implementação de novas idéias obtidas. Porém, com esse tipo de pensamentos e atitudes, o que acontece é o oposto, acaba-se na verdade por travar o processo criativo e a implementação satisfatória de idéias.

Aqueles que almejam a inovação e o sucesso naquilo que fazem devem entender que a criatividade depende de diversos fatores, que devem ser estimulados e trabalhados, como as experiências profissionais e pessoais, o conhecimento técnico e a capacidade de enxergar os problemas por novos ângulos.

O ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho deve primar pela coletividade, pela colaboração e comunicação de uma equipe, mas ainda assim pela autonomia e liberdade de cada indivíduo. Deve-se investir na satisfação dos membros da equipe, ter a preocupação de que cada pessoa tenha prazer naquilo que faz.

Qualquer ambiente de trabalho que prive os membros de uma equipe de boas relações interpessoais, de boas experiências, que sufoque os indivíduos com prazos e horários, com exigências autoritárias que retalhem a produção intelectual exigindo foco exclusivo nas tarefas, que não permita pausas para arejar os pensamentos e que não prime pela satisfação pessoal de cada um, está fadado ao estancamento da criatividade e à falta de inovação.

Assim como no boxe "o melhor jeito de dar um bom soco é recuando", para inovar não se deve deixar levar pela afobação de resolver um problema, mas recuar um instante e estudar a situação, trabalhar em uma nova idéia consistente que possa solucionar um problema real e ter assim uma aceitação do público e definir uma boa estratégia. Mas para fazer esse pequeno recuo, deve-se ter a certeza que sua equipe está apta para essa tarefa. E caso essa não seja a realidade, não é substituindo membros da equipe que se conseguirá o êxito.

Afinal, o novo profissional também vai estar inserido nesse ambiente de trabalho pouco propício e haverá períodos de treinamento ou adaptação que podem tornar esse recuo grande demais. E, assim como no boxe, se recuar demais você acaba derrotado.

Enfim, vemos muito mais iniciativas que rompem essa antiquada linha de pensamento e postura nos Estados Unidos e Europa. Porém no Brasil, esse pensamento antiquado ainda parece para muitos ser o caminho natural.

Se você então anseia a inovação, rompa com velhos pensamentos e busque a (R)evolução de seus conceitos e paradigmas. E a despeito do que ainda é naturalmente estabelecido, tenha uma boa atitude anti-natural.

Por Glucia Roberta

O termo Gestalt possui origem alem, e desde a poca de Goethe este substantivo possui dois significados distintos: o primeiro significa forma; j o segundo explica o termo como sendo uma entidade concreta constituda de atributos, ou seja, caractersticas e alm destas a forma. Este ltimo que foi adotado pelos pesquisadores que desenvolveram a Teoria da Gestalt ou Psicologia da forma como tambm foi chamada. O termo Gestalt no encontrado em outras lnguas, deste modo os gestaltistas ao traduzirem seus trabalhos para outras lnguas preferiram padronizar e no traduzi-la. (Engelmann, 1978c; Khler, 1929/1947)

De forma simplista o objetivo da Gestalt estudar a percepo que um indivduo desenvolve diante de cores, de formas e objetos. Para que isto ocorra, esta escola estabeleceu uma lista de princpios que permitem entender a percepo humana, com foco na percepo visual do indivduo.

A palavra forma vem do latim, informare, dar forma a alguma coisa. Plato diz que a forma a soma da essncia com a matria se apresentando como um objeto do conhecimento intelectual. J Descartes afirma que a forma representa uma idia, logo, torna-se polivalente, pois se relaciona aos conceitos de todas as reas do conhecimento. Dizendo-se que a forma o sinnimo de dado, por sua vez, impregnado de contedo, esta (a forma) pensamento e fluxo de idias. Para que ocorra a metamorfose deste dado em informao, h de se considerar a sua natureza (Soares, 2001).

Veja mais sobre Gestalt aqui.

Voc tambm pode aprofundar neste contedo vendo o tpico sobre Gestalt na minha dissertao de mestrado.

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por Fabiano Pereira

Este artigo faz parte da série sobre a migração progressiva de usuários de softwares proprietários para desenvolvimento web, para ferramentas livres, baseadas em ambiente linux.

A idéia da transição progressiva subentende o conhecimento passo-a-passo de novos recursos, com um mínimo de mudanças no início.

Neste artigo, irei mostrar como instalar, configurar e fazer alguns trabalhos no inkscape, utilizando uma versão para Windows. Na verdade, não existem grandes diferenças entre esta versão e a do Linux, o que facilita o processo de transição consideravelmente.

Siga estes passos afim de conhecer uma nova ferramenta, destinada ao desenho vetorial, sendo um equivalente, no mundo do software livre, aos programas Corel Draw, Illustrator e outros.[/citacao]

Instalando e conhecendo o Inkscape

1) Instalando o programa

Ícone do arquivo de instalação do inkscape para windowsÍcone do arquivo de instalação do inkscape para windows

Siga este link e instale a versão para Windows do Inkscape. A instalação é tranquila, sem maiores problemas, bastando seguir as opções da tela. Nada muito complicado. Lembre-se que não será necessário nenhum serial ou arquivo de crack! ;)

2)Conhecendo a Interface

Interface inicial do inkscapeI

nterface inicial do inkscape

Do you like Corel Draw? Se sim, logo de cara vai se sentir familiarizado com a interface do programa, bastante parecida com a interface do Draw, inclusive no que diz respeito ao posicionamento das paletas, recursos e outros. Vejam, não estou dizendo que é igual, mas sim semelhante. Mais um ponto a favor para a migração progressiva e indolor.

3) Alguns Tutoriais de Inkscape:

Conheça mais sobre a ferramenta, suas utilizações e tutoriais nos seguintes links:

Vetorizando com Inkscape

Acompanhe este tutorial passo-a-passo e aprenda, facilmente, a utilizar algumas das ferramentas do inkscape para vetorização.

Para iniciar, faça um cadastro no stock photos. Trata-se de um dos maiores bancos de imagens royalty-free da web, onde você encontra várias imagens legais para seus trabalhos.

A imagem que utilizaremos neste tutorial está aqui.

Em tempo: vetorização é um processo em que transformamos determinada imagem num desenho vetorial, podendo ser a réplica vetorial da imagem ou uma versão da mesma.

Neste artigo, nosso pinguim será vetorizado, com todos os passos descritos aqui.

1) Iniciando o trabalho

Abra o inkscape. Observe que um documento novo é criado automaticamente.

Um novo documento, criado na abertura do software

Um novo documento, criado na abertura do software

2) Salvando seu trabalho

Clique em arquivo/salvar como.

Salve seu arquivo com o nome de sua preferência. Para ir salvando as modificações após ter salvo pela primeira vez, utilize o atalho ctrl+s.

Janela para salvar o documento

Janela para salvar o documento

3) Trabalhando com camadas

Como qualquer ferramenta de edição gráfica que se preze, o inkscape também dá suporte ao trabalho com camadas. Por meio delas, é possível organizar o trabalho de maneira profissional, clara e bem definida.

Acesse o menu flutuante camadas: camadas/camadas. Você também pode utilizar o atalho shift+ctrl+l.

Dê um clique duplo na camada 1 e a renomeie como imagem. Clique no botão com sinal de adição (+) na parte inferior da paleta flutuante camadas para criar uma nova camada, que deve ser denominada como desenho. Observe os pequenos ícones à frente de cada uma das camadas: o olho controla a visibilidade, o cadeado controla a editabilidade (se estará editável ou não). Na parte inferior, temos as setas, que permitem alterar a ordem das camadas, para cima ou para baixo, conforme a necessidade.

O menu deslizante opacidade controla a transparência das camadas. No valor 100%, estará totalmente visível. Já no valor 0%, estará totalmente invisível. Efeitos do tipo lentes podem, também, ser conseguidos assim.

Menu flutuante camadas

Menu flutuante camadas

4) Importando a imagem

Após ter feito o download da imagem do pinguim (conforme indicado na início do artigo), selecione, com um clique, a camada imagem, no menu flutuante camadas. Clique em arquivo/importar ou utilize o atalho ctrl+i. Selecione a imagem e clique em abrir.

Janela importar

Janela importar

Com a tecla ctrl pressionada, clique em qualquer uma das quatro setas de redimensionamento (presentes nos quatro cantos da imagem), segure e arraste para baixo, adequando o tamanho da imagem ao tamanho do documento. Note que isso deve ser feito utilizando-se a ferramenta de seleção (primeira ferramenta da caixa de ferramentas, com formato de seta preta), também utilizada para mover os objetos na área de trabalho do programa.

Redimensionando a imagem

Redimensionando a imagem

Após isso, clique no ícone do cadeado da camada imagem, para bloqueá-la. Clique na camada desenho, afim de selecioná-la para iniciarmos a vetorização propriamente dita. Utilize ctrl+s para salvar as últimas alterações do arquivo.

5) Vetorizando

Ícone da ferramenta bézier, para edição de nósÍcone da ferramenta bézier, para edição de nós

Utilizando a ferramenta bézier , na caixa de ferramentas, localizada na extrema esquerda da tela, crie um formato básico de retas e pontos, que serão arredondados posteriormente. Na imagem, a linha está mais grossa e colorida, afim de facilitar a visualização:

A parte preta do pinguim começando a ser vetorizada

A parte preta do pinguim começando a ser vetorizada

6) Criando curvas

Ferramenta para edição de nósFerramenta para edição de nós

Com a utilização da ferramenta de edição de nós, iremos criar as curvas. Clique no meio dos seguimentos retos, segure e arraste. Assim, você terá criado as curvas, relacionadas com suas retas específicas.

Ferramenta zoomFerramenta zoom

Porém, utilizando a ferramenta zoom, veja se é necessário criar novos nós, afim de posicioná-los em pontos estratégicos para a criação das curvas. Para criar novos nós, dê um clique duplo no local do seguimento aonde o mesmo será criado.

Observe que ao fazer isso, o inkscape mostra as alças de controle, que devem ser utilizadas para ajustar as curvas dos seguimentos, bastando clicar nas mesmas, segurar e arrastar para a posição desejada.

Analise todas as retas do seu desenho, inserindo e editando, com cuidado, todos os nós. Utilize a ferramenta zoom, para maior precisão da edição. Lembre-se: quanto mais cuidadoso você for, um melhor resultado final terá no seu trabalho.

Para alterar a cor de sua linha, segure shift e clique na cor desejada na paleta de cores, localizada na parte inferior do inkscape. Para aumentar a espessura da linha, dê um clique duplo no local indicado pela imagem a seguir. Assim, você terá acesso ao menu suspenso preenchimento e traço, com diversas opções de ajustes. Veja:

Edição de linhas e paleta de cores

Edição de linhas e paleta de cores

Um grande segredo em vetorização é, exatamente, saber separar cores como partes diferentes do desenho, ou seja, podemos trabalhar cada uma das partes do pinguim separadamente:

  • Parte preta (a “casaca”);
  • Parte branca (“peito” e “barriga”);
  • Bico”;
  • Gravata” (as bolinhas brancas serão feitas posteriormente, juntamente com o olho);
  • Pata”;

Note que, até este momento, estamos somente traçando os contornos. Os preenchimentos serão feitos na finalização da vetorização. A técnica para fazer todo estes objetos é a mesma ensinada para se fazer a “casaca”.

Para trocar a cor dos contornos, faça shift+clique na cor desejada na paleta de cores.

Para alternar entre a visualização com e sem a imagem, clique no ícone do olho na frente da camada imagem. Compare e veja se o seu trabalho está satisfatório:

Traços básicos da vetorização

Traços básicos da vetorização

7) Inserindo formas básicas

Na caixa de ferramentas, selecione a ferramenta elipse, clicando na mesma.

A ferramenta elipseA ferramenta elipse

Faça os círculos correspondentes às bolinhas da gravata, bem como ao olho do pinguim. Para rotacionar, dê clique duplo e rotacione, da mesma forma que acontece no Corel Draw.

O resultado final deve ser este:

Resultado após a inserção das bolinhas (elipses)

Resultado após a inserção das bolinhas (elipses)

8) Preenchendo os objetos

Para preencher os objetos, os passos são extremamente simples. Basta ir selecionando os objetos desenhados e clicar na cor correspondente. Para tirar uma cor de contorno, por exemplo, basta acessar a paleta de preenchimento e traço (shift+ctrl+f), clicar na aba pintura de traço e clicar no ícone da transparência. Esta paleta já foi mostrada no tópico “6” desse tutorial.

Menu preenchimento e traço

Menu preenchimento e traço

No final, sua vetorização deve ter a seguinte aparência:

Vetorização finalizada

Vetorização finalizada

Com isso, finalizamos nossa vetorização.

Espero que o artigo tenha ajudado a todos e fico a disposição para comentários, dúvidas e esclarecimentos. Boa sorte!

O mercado hoje está longe de ser o paraíso, pois nem sempre paga bem e o cliente ainda precisa ampliar sua percepção sobre o valor do design para os negócios. Vale o desejo ou é melhor ser pragmático?

Por Caroline Fülep

Posso falar da minha área de formação com convicção: desde sempre não é nada fácil ser designer no nosso país. Porém, sempre ouço falar de tantas outras áreas profissionais distantes que fiz um balanço para começar mais um ano.

As queixas mais comuns dos designers são muito conhecidas e semelhantes. O mercado não é educado com os profissionais. Nós ainda herdamos a árdua tarefa de fazer o mundo pós-revolução industrial compreender para que serve um designer gráfico. Especialmente aqui, na nossa Terra Brasilis em eterno desenvolvimento.

Que seja. Isso é um capítulo parte. A questão agora é: por que ser um designer e não ganhar a vida de outro jeito? E garanto, há mil maneiras de ganhar a vida mais rápido do que sendo um designer. Isso vale para quem está escolhendo o curso da faculdade, ou para quem está se questionando diante das agruras do dia-a-dia. E a resposta se resume em duas palavrinhas: paixão e talento.

Há alguns anos, os formados em engenharia civil, por exemplo, saíam das faculdades direto para bancos. E não era para construir os edifícios, mas para lidar com a rotina financeira mesmo. Isso aconteceu num momento que o mercado estava desabando de tantos engenheiros. Como consequência imediata, a nova geração de aspirantes esta profissão mudou de rumo diante da escassez de emprego. Agora, tempos depois, a engenharia está superaquecida, e onde estão os engenheiros? Para quem optou pelo que realmente gostava, há excelentes oportunidades hoje em dia.

São ciclos. Um dia é do engenheiro, outra quem sabe do designer. Este é o momento do jornalista. O curso foi o mais procurado na Fuvest. Faço o que eu gosto ou faço o que dá dinheiro? O famoso dilema me parece bem claro diante deste cenário.

Para aqueles momentos inundados de dúvidas, alguns caminhos para quem realmente gosta e acredita no design gráfico.

- Para quem escolheu ser um designer, pesquise as possibilidades de trabalho no mercado antes de mergulhar. Importante, informe-se quanto recebe em média um designer nos diversos setores. Isso pode ajudar a saber quanto se gosta de uma profissão. Além disso, passar uma temporada dentro de uma agência de design antes de cursar uma faculdade facilita a decisão. O dia-a-dia dos projetos é muito menos criação, e muito mais exaustão.

- Espiar os mercados vizinhos (moda, produto, fotografia, decoração, publicidade, etc). Como são e como trabalham estes profissionais? Há sempre o que aprender, ou até migrar para uma das profissões afins.

- Investigar os mercados distantes. Quem trabalha em outra área pode sempre contar uma maneira diferente de encarar situações similares: projetos, clientes e administração, por exemplo.

- Para quem está atuando, analise o porquê dos erros de tempos em tempos. Coloque no papel. Crescemos demais com as nossas falhas, desde que percebamos que elas aconteceram.

- Experimente de vez em quando ver o projeto pelo lado de lá. Olhos de cliente. Projeto personalizado tem que atender o objetivo do cliente. Não adianta só ser lindo de morrer. Artistas plásicos ficam em outro departamento.

- Relembre, ou estude, semiótica, arquitetura da informação, comportamento do consumidor, gestalt, marketing. Tudo que agregue mais valor ao projeto gráfico é bem vindo. Você vai se dar conta, e saber justificar, que o amarelo está ali com o vermelho não só porque são cores legais.

Um dia a procura por designers gráficos pode ser grande e portanto, muito valorizada. Quem ficar, vai ter lugar garantido. Enquanto não for, nos divertimos com o prazer de trabalhar todos os dias com o que gostamos de fazer.

As armadilhas da língua

Tautologia - É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

Nos sites encontramos mts destes exemplos, seja em seus menus ou nas notícias publicadas.

O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito .
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ‘surpresa inesperada’. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.

por Charlley Luz

O artigo do colaborador Charlley Luz nos apresenta como arquivistas podem auxiliar empresas na organização de informação e dados, frente ao mundo digital que elas estão inseridas atualmente.

Veja artigo completo.

Do abstrato ao concreto: o contrato comea a ser definido na entrevista inicial, com um questionrio completo que ajuda a avaliar mais precisamente o que deve ser feito. a sequncia do livro “Em Busca do Contrato Perfeito”.

Por Carlos Nepomuceno

No resta dvida de que os servios em aberto so muito mais complexos para a redao do contrato. A construo de um sistema ou um site, de forma abstrata, pode levar de uma semana a trs anos, dependendo da especificao.

Assim, voc ter que transformar o abstrato em concreto nas seguintes etapas:

Entrevista -> Minuta -> Contrato -> Adendos

  • Entrevista para conhecer qual a expectativa do cliente;
  • Minuta resumo da entrevista inicial para rapidamente saber se h sintonia entre o que o contratante quer e o que voc entendeu;
  • Contrato complementar a minuta com as clusulas mais formais;
  • Adendos - incluir o no planejado ao longo do projeto.

.

Entrevista

Objetivo: perceber e anotar o que est realmente incomodando o cliente para poder redigir a minuta.

Preocupaes preliminares
Fale pouco. Muitas vezes nos perdemos na entrevista inicial, falando dos nossos mritos e esquecemos de escutar o futuro contratante.

Lembre: no toa que voc tem uma boca e duas orelhas!

Um questionrio bem estruturado far que voc fale pouco, escute muito e anote bastante. Se o entrevistado quiser saber algo de voc, pode ter certeza que vai perguntar. Seja breve, fale o fundamental para garantir que voc capaz de realizar o trabalho com qualidade e preo adequado.

Confirme ante de sair
Nunca v a reunies antes de confirmar, mesmo que tenha sido marcada de vspera. Uma ligao antes de sair do escritrio mostrar que voc valoriza o seu tempo e o dele.

No momento do telefonema inicial, portanto, recolha o celular do contato ou da secretria e oferea o seu, pedindo que qualquer contratempo seja informado. (Alis, este conselho vale para todas as reunies ao longo do projeto).

Vista-se de forma adequada. Procure estar afinado com o cliente. Se imagina que usa terno, v de terno. Se ONG (Organizao no governamental) tente blusa social. O importante no criar contraste. (Mulheres, faam a transposio!)

Na dvida, sempre esteja mais formal, pois sinal de respeito e considerao.

Leve material de divulgao
Leve o da sua empresa (o ideal um folder) mais o carto de visita para a primeira entrevista e um portifolio dos trabalhos j realizados. Neste material fundamental (principalmente para clientes novos):

  • Lista de clientes bem atendidos;
  • Depoimento destes sobre o seu trabalho;
  • E-mails para possvel pedido de referncia.

Apresente como voc trabalha
Como h ainda muitas dvidas sobre projetos web e nem sempre o contratante tem experincia em contratar projetos neste campo interessante levar algum material explicativo de como trabalham. Os principais problemas que podem ocorrer e as solues que sugerem. Isso no s far o diferencial em relao concorrncia, mas ser til para limpar o meio de campo.

Preenchendo o questionrio

Como ele chegou at voc?
um bom incio para amenizar o clima, falar de pessoas de conhecimento comum;

Qual o foco da empresa?
Tenha uma viso geral para onde caminham em termos estratgicos;

A empresa est crescendo ou com problemas?
Informe-se sobre o momento da empresa, aqui vale mais pesquisa e observao do entorno. Clientes, publicidade, informaes no mercado.

Qual o problema que o contratante quer resolver com mais urgncia?
Vai citar vrios, mas tente descobrir e perguntar qual o mais premente, pois justamente esse deve ser resolvido e para o qual est disposto a pagar. A experincia mostra que mega contratos so mais difceis de fechar, levam mais tempo e tendem a perder o ritmo, o que pssimo para o desenvolvedor.

Quanto mais divididos forem os contratos, um atrs do outro, melhor.

(No, no estou sugerindo que se abra mo dos grandes projetos, apenas tome cuidado!);

O que ele espera realmente com o servio?
Existem algumas poucas alternativas: economizar recurso, aumentar receita ou ganhos indiretos, como projeo de marketing. Pense como ele, pois no final espera que esta demanda inicial seja atendida e no a que voc pode querer para o projeto;

Qual o departamento onde seu entrevistado trabalha?
Qual a relao deste na empresa? importante situar o entrevistado dentro do ambiente geral da organizao e o grau de hierarquia. E, principalmente, se tem o poder para fechar negcio;

H concorrentes para a mesma proposta?
pergunta delicada e at incmoda, mas deve ser feita, pois a comparao de empresas na rea web muito difcil, s possvel com edital muito bem preparado, que balize bem as propostas.

Concorrncias sem parmetros na rea de servio geralmente significam tempo jogado fora: do contratante e do fornecedor..

J tiveram experincias com outros projetos iguais?
Como foram? E por que no continuaram com a prestadora antiga? Anote bem isso, pois o cliente deve estar mais atento para esse tipo de problemas j vividos ao longo de outros projetos. D ateno especial a eles. Saber a experincia com projetos similares ajuda muito a saber qual o grau de dificuldade de dilogo que ter ao longo do projeto;

J existe verba alocada para o desenvolvimento?
Ou esto criando condies para isso? Item fundamental para saber se voc est perdendo tempo ou um projeto vivel. Muitas vezes o entrevistado est s especulando no mercado. Ou sondando fornecedores para colher idias;

Para quando ele quer o servio pronto?
Prazos curtos, podem exigir mais horas-extras, contrataes adicionais e aumento no valor do contrato;

Quais so as regras para pagar fornecedores?
Vlida para rgos pblicos, ou para empresas que pagam, por exemplo, apenas trinta dias aps o envio de nota fiscal, o que tambm tem impacto nos custos.

Dados especficos para o contrato
Os dados da empresa, com endereo completo, o CNPJ e a Inscrio Municipal.

Quem vai aprovar as etapas de desenvolvimento?
E assinar o contrato? Quem ser a pessoa que vai liberar as fases e liberar o seu pagamento. Anote o CPF e a Identidade;

A empresa tem logotipo?
J est digitalizado? Com qualidade boa? Pergunta importante, pois se no tiver algum ter que melhor-lo e se a qualidade estiver ruim, um servio a mais que deve constar;

Que recursos o contratante vai alocar no projeto?
Disponibilizar redatores, tradutores, fotgrafos? bom que todas as atividades estejam dentro da sua proposta, pois, assim, passar a controlar totalmente os prazos;

Os textos sero feitos a partir de que documentos ou entrevistas?
Caso seja voc a realizar o texto, preciso saber de onde se extrair o contedo. Os textos j existem e sero adaptados de um folder, por exemplo, ou ser necessrio fazer pesquisas, entrevistas?

No segundo caso, o valor sobe.

Que fotos sero necessrias?
Para um bom visual, sero necessrios imagens, que nem sempre podem ser baixadas da rede, por questes legais, assim a produo de fotos deve ser previamente discutida.

O ideal que a produo fique por sua conta. Definir exatamente quantas fotos so necessrias, um item fundamental para orar custos;

Que tipo de textos sero vertidos e para que lnguas?
O site ter outros idiomas? Ser a traduo de todo o site ou apenas parcial?

Que sites o cliente viu na internet e aprecia?
Isso define um pouco a expectativa em relao ao visual. Existe algum parmetro a ser seguido? H um padro visual da empresa j realizado?

Quais sites (apresentado do seu portifolio) ele gosta mais?
Aqui voc pode definir quem ser o programador visual que far o trabalho para esse cliente, caso tenha mais que um, ou quem contratar como webdesigner externo.

O contratante se responsabiliza junto com voc pela escolha do perfil do programador visual, como escolhe um barbeiro. Falaremos mais disso adiante;

Dados complementares para o contrato

Ter Banners?
Quantos? De que complexidade?

Sistemas agregados?
Muitas vezes vale a pena desenvolver o site e depois agregar os sistemas em contrato separado;

O cliente j tem provedor?
Onde as pginas sero publicadas? Quem fornecer o servio?

Pensa em manuteno?
De quanto em quanto tempo sero colocadas ou atualizadas novas pginas? Diria, semanal ou mensal?

Tudo se resolve na sua cidade?
Haver necessidade de viagens? Hospedagens? O endereo do cliente prximo, teremos visitas a outras dependncias?

Haver treinamento para uso do site ou sistema?
No s um servio a mais que voc pode agregar ao projeto, como tambm, facilita a implantao. Caso sim, quantos profissionais e aonde?

Vo querer manual do site ou do sistema?
Outro item que pode ser oferecido com um valor a mais. O manual ser para acesso de tcnicos e administradores, ou se imagina um para os usurios finais, que geralmente so mais trabalhosos.

Mais questes?
Adapte as questes de acima para sua rea especfica e aumente ou diminua este questionrio, conforme a complexidade do trabalho.

O que no falar na entrevista

Um erro comum se considerar que a primeira reunio j o incio do projeto: errado! Ali, voc est apenas para tentar conquistar o cliente. Seu objetivo fechar o contrato. Os clientes mais experientes vo tentar tirar ao mximo, enquanto voc est sem o taxmetro rodando.

Tome cuidado, pois voc pode trabalhar de graa. Assim, o cuidado fundamental nesta primeira entrevista no perder o foco, fechar a boca e escutar.

Resumindo: entrevista inicial no consultoria gratuita!

Dicas adicionais

Nunca fale mal de concorrente ou de qualquer profissional da sua empresa, pois pesa contra o seu carter e a confiana que vo depositar em voc. Isso vale para todas as etapas do projeto;

No fale nunca de outro cliente, dando detalhes, ou mesmo de problemas vividos. Isso vale para todas as etapas do projeto.

Na prestao de servios em tecnologia preciso delimitar claramente o que vai ser entregue. Na primeira parte do livro, leia a introduo e o que fazer para transformar a idia abstrata em um produto ou servio definido.

Por Carlos Nepomuceno

Por que um livro sobre contratos?

Redigir contratos uma das maiores dificuldades de qualquer empresa na rea de servios, principalmente as produtoras web.

Produtoras de sites trabalham com o abstrato, o que dificulta bastante mensurar o que realmente ser entregue ao cliente. Assim, o contrato quase perfeito uma criao demorada. Quando acertamos na mo, comeamos a ganhar dinheiro; quando no, perdemos.

Na minha vida web achei apenas um bom livro que me ajudou a ir adiante: Consultor Independente de Sucesso, de Herman Holtz, que faleceu, recentemente. Obrigado Herman!

Ao ler o livro, senti que o autor no escondeu o jogo e abriu as dicas fundamentais e realmente foi algo bastante til para um jornalista que no tinha empresrios na famlia, nenhuma experincia empresarial e muito menos formao empreendedora.

Prometi que depois que cumprisse uma certa jornada e experincia com a Pontonet, minha empresa, iria contribuir com os mais jovens. Hoje, depois de mais de doze anos de estrada, 200 projetos realizados, todos entregues, nenhum calote e clientes, ainda bem, na maioria, satisfeitos chegou a hora de passar algumas experincias para quem est chegando.

Avaliei que, de tudo que aprendi o item fundamental redigir contratos quase perfeitos.

o item que os amigos mais me consultam para tirar dvidas e pedir sugestes. Percebi que ali estava o calcanhar de aquiles da maioria que comea na rea de prestao de servios web.

O paradoxo o seguinte: para se fazer um bom contrato preciso ter experincia. Mas para se ter experincia preciso fechar contratos!

O contrato a experincia acumulada de sua empresa em forma de clusulas. Errar e colocar no contrato humano. Errar, no colocar e repetir, s chorando! Ou seja, se em algum momento sentir que o contrato atual apresenta problema, anote e o corrija para melhorar o prximo.

Aceite com resignao que muitos problemas vo ocorrer at conseguir o contrato quase perfeito.

Chegar ao contrato adequado significa alguns ganhos importantes:

  • menos esforo;
  • melhora da relao com o cliente;
  • maiores ganhos.

E voc pode se perguntar: com um bom contrato os meus problemas estaro resolvidos? Os meus clientes vo pagar em dia? No terei retrabalho?

Claro que no!

O bom contrato diminui apenas o risco, com certeza, do cliente exigir o que no foi combinado e deixar de pagar na data estipulada. Pois quando nos deparamos com clientes problemticos nem o melhor dos contratos vai obrig-lo a mudar de atitude, mas, pelo menos, j h elementos suficientes para a interferncia de terceiros, sejam eles os superiores de quem assinou ou da prpria justia.

Assim, os itens devem estar ali, claros, como gua de montanha.

A proposta abrir a discusso, passar a experincia e absorver idias para novas verses. Espero que seja til!

A quem recomendo?

Principalmente para os novos desenvolvedores web, com empresa ou autnomos, pois muitos os exemplos utilizados sero diretamente para esses, principalmente aqueles que tm que fazer diversas adaptaes contratuais a cada novo cliente.

Ser til tambm para empresas ou autnomos de tecnologia, ou mesmo da rea de servio.

Para advogados que atendero produtores web, com detalhes do que deve constar da parte tcnica do contrato.

Ressalva: nossa meta cobrir alguns problemas, digamos, tcnicos do contrato e, com eles alinhavados, sugiro consultar seu advogado para dar a forma final.

Contratos de prestao de servio em tecnologia

(No fundo, no fundo, vendemos vento!)

Quem consegue tocar em uma traduo de texto? Em uma palestra? Em um curso? Em um website? Em um sistema?

Voc v, at imprime, participa, acessa, se loga, assiste mas nada disso to concreto como uma cala, um computador, um carro ou um rdio, no qual podemos encostar as mos e quantificar:

Me d uma cala tamanho 42, dois Pentium V e uma televiso de 20 polegadas.

Portanto, fundamental compreender que rea de servios trabalha com o intangvel, o no palpvel, vento!

Assim, para que possamos realizar bons projetos, baseados em contrato quase perfeitos, fundamental que este seja a primeira parte do processo: transformar a idia abstrata em concreta.

Transformar aquele desejo incipiente do cliente em um projeto vivel, no qual fique satisfeito ao final, com os objetivos cumpridos, e voc bem remunerado.

um longo caminho da primeira entrevista, at a entrega final do produto.

Assim, podemos dividir os servios de uma empresa de tecnologia em trs tipos:

Empacotado

Quando conseguimos delimitar claramente o trabalho e o cliente j contrata o produto fechado:

  • Um curso de 20 horas;
  • Uma palestra de 4 horas.

So os contratos mais fceis, pois tudo o que vamos oferecer est dentro do pacote, que podemos at chamar de produto.

Em aberto

Quando no conseguimos delimitar claramente o trabalho e preciso criar diversas etapas para delimitar o servio:

  • Um website;
  • Um sistema.

So contratos mais complexos, pois tudo o que vamos fazer est, a princpio, em aberto.

Mistos

Quando oferecemos parte do servio claramente definido e outro em aberto:

  • Sistema de mala direta web + customizao;
  • Treinamento de 20 horas + adicional conforme demanda.

So contratos que exigem esforo para delimitar a parte varivel.

Anote a regra

Quanto mais aberto for o servio, mais possibilidade ter de ser expandido e mais difcil ser redigir o contrato adequado.

No prximo captulo, As fases para redigir um contrato, vamos partir do abstrato ao concreto. V l! [Webinsider]

Design está na moda. Usam essa palavra para se referir a uma porção de coisas, e que nem sempre tem de fato relação com Design. Essa palavra chama a atenção em capas de revista, temas de palestras, cursos e campanhas publicitárias. As várias interpretações e o pouco esclarecimento sobre a real função do Design geram uma grande confusão e pouca eficácia no processo de criação para Web, assim como em outras áreas.

Qual a função do design?

Qual a função do design?

Tio, o que é Design?”

Design refere-se ao projeto visual e funcional de um produto (em nosso caso um Web Site), a adaptação de um produto a necessidade dos seus usuários, cativando o seu uso através da estética, aplicando-se conceitos e usabilidade a sua forma. Porém não é difícil encontrar profissionais, empresas, cursos, matérias de revistas e conversas de botequim, associando o Design à produção de imagens, ou resumindo-o na manipulação de um Software específico.

Os Softwares são apenas ferramentas, e não garantem a qualidade do projeto. Nenhum software deve ser encarado como uma solução pronta. Existem diversos Softwares diferentes e com funções similares, e a escolha sobre qual utilizar deve ser de cada um. A definição do que é Design vai muito além do Photoshop.

O Design é uma área projetual. Sua função é responsável por gerar desempenho, qualidade, durabilidade e aparência a um produto. Cada trabalho a ser realizado exige planejamento, pesquisa, criatividade e técnica. Ao contrário do que muitos pensam, a função do Design não está vinculada pura e simplesmente a produção de imagens.

A função do Design, além da estética, é tornar um produto funcional. É transformar Informação em Comunicação!”

Na produção de um Web Site (assim como em outros produtos) deve-se elaborar um projeto coerente, que forneça soluções eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicação, focadas nas necessidades do Público Alvo. Não é um trabalho apenas criativo, mas também de planejamento.

Voltar ao indice de artigoso e de pesquisa. Produzir um Web Site inevitavelmente exige “Pensar”.

Portanto, além da manipulação de Softwares, existem alguns métodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer, além de conhecimentos conceituais sobre como trabalhar a Pregnância da Forma.

Tio, por onde começar o Projeto?”

Briefing é um documento onde são colocadas as informações e dados necessários para a criação de qualquer projeto, como objetivos, propósitos, informações sobre o cliente, o produto a ser divulgado, o público alvo, prioridade das informações, imagem a ser transmitida, motivações, etc.”

Inicialmente, devem ser coletadas e organizadas as Informações para o projeto. Utilizar elementos dentro de qualquer peça gráfica sem um estudo do caso é um equívoco que compromete a comunicação e a funcionalidade. Há que se levar em consideração diversos fatores tais como: o objetivo do projeto, o produto a ser divulgado, o público alvo (sexo, idade, cultura, classe social, etc), Identidade Visual, Motivações, etc. Para realizar tal estudo do caso, nada melhor do que ter em mãos um Briefing bem elaborado. O ideal para a elaboração desse documento é reunir-se com o cliente, tirando suas dúvidas, esclarecendo detalhes e orientando-o sobre conceitos e tecnologias. Quando esse processo de elaboração não é possível de se realizar com o cliente, pode-se enviar a ele um documento com perguntas a serem respondidas, o que nem sempre é satisfatório. É possível encontrar vários modelos e exemplos de Briefing na Web, dando uma noção de como esse documento deve ser feito. No entanto o ideal é não seguir um modelo, e sim elaborá-lo sempre de acordo com a necessidade do projeto.

Após a análise do Briefing e com as devidas pesquisas feitas, o próximo passo é a Arquitetura da Informação. Como organizar a estrutura da interface e a distribuição das informações em categorias, além de priorizar a comunicação de informações mais relevantes. O documento apropriado para especificar a ordem e o posicionamento dos elementos que vão compor a página é o Wireframe. Através de uma forma esquemática, ele representa a distribuição e a hierarquia das informações a serem comunicadas. A partir dos posicionamentos do Wireframe é que se constrói o Layout.

Cada elemento do Layout deve ter uma função”

Layout

Layout

Uma vez que uma das funções do Design é transformar Informação em Comunicação, nenhum elemento dentro do Layout deve estar lá sem comunicar algo. Elementos desnecessários podem confundir, poluir e dificultar o acesso e o entendimento das informações. Para um bom trabalho, é necessário fazer um estudo de conceitos visuais e de comunicação. Deve-se ter consciência do porque usar determinadas Cores, Fontes e Formas, e qual imagem e sensações esses elementos estão passando para o usuário.

Combinações cromáticasAs Cores têm poder de comunicação bem maior do que se imagina. É importante saber trabalhar com a Psicodinâmica das Cores, para que elas transmitam a imagem e as sensações orientadas no Briefing. Cada cor transmite informações, sensações e emoções diferentes. Uma boa introdução neste assunto é encontrada no site Color in Motion, que por meio de uma animação, dá exemplos de sensações e emoções que cada cor pode representar.

Para elaborar a Paleta de Cores de um site, é importante saber como trabalhar as Combinações Cromáticas. Por mais que se saiba que cores transmitem as sensações desejadas, é essencial saber como combina-las. Nesta tarefa é essencial ter em mãos um Círculo Cromático.

Uma ótima ferramenta que pode nos auxiliar na elaboração de uma Paleta de Cores é encontrada no endereço http://kuler.adobe.com.

Toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras”

Tipografia

Tipografia

Outro fato que se deve ter em mente é que toda idéia a ser transmitida é traduzida através de letras. Sendo assim, é importante ter um bom conhecimento de como trabalhar com a Tipografia. Para comunicar uma idéia deve-se trabalhar com fontes que priorizem a legibilidade e que tenham relação com o contexto do projeto. Deve-se saber, por exemplo, que fontes com Serifas não são indicadas para inclusão de textos na Web, pois a baixa resolução dos monitores faz com que as Serifas se sobreponham e dificultam a leitura. Porém, em títulos elas podem ter um bom resultado decorativo. Fontes sem Serifa conseguem ter uma maior legibilidade no monitor, principalmente se trabalhadas com um bom entrelinhamento. Existem diversas famílias tipográficas, cada qual com uma aplicação especifica, de acordo com o contexto. Saber escolher bem as fontes a serem usadas é um ponto importante na comunicação.

Gestalt

Outro fator que auxiliará na Pregnância da forma é a aplicação das leis da Gestalt em nosso projeto. Segundo a Wikipédia, Gestalt é um termo intraduzível do alemão, utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Aprendendo a analisar as manifestações visuais e objetos ao redor, compreende-se melhor o porquê algumas formas agradam e outras não, podendo assim trabalhar esses fatores em nossos projetos. O estudo da Gestalt compreende a “integração das partes em oposição à soma do todo: estrutura, figura e forma”. Leis da Gestalt, como Unificação e Segregação, Fechamento, Boa continuidade, Proximidade e Semelhança, ajudam a orientar o processo de criação e obter resultados satisfatórios. Uma boa referência de Estudo sobre o assunto é o livro “Gestalt do Objeto: Leitura Visual da Forma”, do professor João Gomes Filho.

Gestalt

Gestalt

Os processos e conceitos necessários para se tornar um Designer não se encerram aqui. Outros conhecimentos, como Semiótica, Antropologia, Arte, técnicas de composição, além da busca de boas influências, são essenciais na formação de um profissional. Porém, a partir daqui pode-se ter uma compreensão mais clara do que é Design, além de uma direção para iniciar os estudos.

Quem sabe ñ é o seu caso!

by Webdesign

..Sou freelancer e desenvolvi um layout para uma empresa. Enviei para eles para apreciação, foram feitas diversas alteracões, mas 0 projeto acabou não sendo concretizado. Ha poucos dias, entrei no site desta empresa e ele esta com 0 primeiro layout que eu desenvolvi. Eles contrataram uma outra empresa que usou meu layout somente com algumas alteracces e colocaram no ar. Gostaria de saber quais Sao os meus direitos e como devo proceder neste caso,”

Reportagem completa aqui.

Por algum momento a simplicitadade saiu da moda??????

A simplicidade est na moda… de novo. Aps o conturbado final do sculo XX, salpicado de rupturas tecnolgicas e ameaas apocalpticas, as pessoas esto procurando conciliar o que o presente nos oferece com o que o passado tinha de bom. Antigamente tudo era to mais simples… dizem uns. Entretanto, ningum quer nem pode se desfazer dos novos confortos e voltar ao passado. Os produtos que fazem mais sucesso no momento so os que recuperam a simplicidade sem perder a sofisticao.

Parece um paradoxo, algo impossvel de acontecer, simplicidade e sofisticao estarem num mesmo lugar, no mesmo objeto. Mas real: empresas como a Apple e Google esto chamando a ateno do mundo pelo fino equilbrio entre essas qualidades. A Google saiu do fundo de uma garagem para se tornar uma das maiores empresas do mundo em menos de 10 anos graas simplicidade de sua pgina e sofisticao de seu mecanismo de busca. S preciso digitar uma palavra e apertar um boto para ter acesso a milhares de informaes espalhadas na Web. A complexidade fica por conta do sistema, que realiza operaes mirabolantes para indicar pessoa as pginas mais relevantes.

Mas a simplicidade tem um preo: a simplicidade esconde mais do que revela. Olhamos para um objeto ou uma pessoa simples e pensamos: puxa vida, gostaria de ser como aquela pessoa ou ter o que ela tem. O que no sabemos que ser simples no simples. Um sbio indiano certa vez escreveu que o segredo da felicidade vida simples, pensamento elevado. Tento aplicar isso em minha vida, mas to difcil… O problema que, em nossa sociedade atual, a vida muito complicada. Temos que desempenhar diversos papis sociais, vivenciar dramas, equilibrar conhecimento, economia e prazer numa agenda sempre lotada!

A simplicidade est na moda porque a complexidade impera. A cada momento, multiplicam-se em progresso geomtrica as coisas que precisamos conhecer, relacionar e interagir para sobreviver. Definitivamente, no damos conta de tudo. Quando aparece um deserto nesse mar de osis, ficamos embasbacados, pensando como possvel que ningum sacou antes que poderia ser simples assim? Esse efeito estarrecedor da simplicidade pura iluso. Na miragem, o iPod parece uma caixa com um boto, uma rodinha e um display que a soluo para as demandas de consumo de msica do indivduo. Desmistificada a elegncia da simplicidade, percebemos que ao invs de solucionar qualquer coisa, o iPod complexifica ainda mais a vida das pessoas. Agora temos que escolher no uma dentre 10 msicas do Discman, mas uma dentre 5.000!

A ltima verso do iPod, agora com monitor sensvel ao toque, comporta menos msicas, mas faz um monte de outras coisas: funciona como agenda, calculadora e navegador de Internet. Na verdade, a Apple aproveitou o sucesso do iPhone e fez uma verso sem telefone: o iPod Touch. Para quem j tinha um iPod anterior e acompanhou o lanamento do iPhone, ele parece to simples quanto o primeiro iPod. Agora, para quem est de fora dessa cultura, ele uma quimera to assustadora quanto o programador de gravao do videocassete. Como diz John Maeda em seu livro As Leis da Simplicidade, o conhecimento faz tudo mais simples, logo a simplicidade no universal: para alguns simples, para outros, no.

por tudo isso que no concordo quando algum evoca o velho bordo do design cunhado pelo arquiteto Mies van der Rohe na escola Bauhaus: menos mais! Eu pergunto: menos mais para quem? Van der Rohe usava ela para aludir racionalizao extrema de recursos: usar o mnimo de material para obter o mximo de eficincia de uso. O modernismo almejava a padronizao do cotidiano segundo leis de bem-estar pretensamente universais. Hoje em dia, ningum acredita que isso seja possvel, no entanto continua-se a repetir que menos mais. porque a frase adquiriu um novo sentido. Diante de tamanha abundncia de produtos e tecnologia, oferecer menos um diferencial de mercado, ou seja, destaca o produto. Hoje, menos diferente, no mais. Se fosse mais, as pessoas pediriam menos produtos, menos funcionalidades, menos consumo, mas no o que se observa na prtica: as pessoas querem sempre mais e mais! Menos menos e mais e mais; no d pra correlacionar quantidade com qualidade.

Assim como o protagonista do romance A Insustentvel Leveza do Ser sente o peso do comprometimento com a liberdade quando se envolve com uma mulher, ns sentimos o peso da simplicidade quando sua complexidade inerente se desvela. Negar a complexidade tapar o sol com a peneira: o caos se alastra inevitavelmente. Entretanto, precisamos crer em simples ideais para sobreviver ao caos que nos consome em nossa sociedade atual.

A demanda por profissionais de usabilidade vem crescendo no Brasil entre as grandes empresas, que contratam consultorias para melhorar seus sites. Em algumas delas j possvel encontrar um especialista nas equipes de internet.

Por Mercedes Sanchez

Muitas vezes h uma distncia enorme entre quem cria um produto e quem realmente o utilizar. Da mesma forma, quem desenvolve um site acredita que os usurios agiro como ele pensa, o que pode no acontecer. Desenvolvedores de sistemas no prevem aes dos usurios, que acabam cometendo erros e at perdendo dados. J as indstrias criam produtos que inadvertidamente aumentam o estresse dos usurios, gerando insatisfao com a marca e com a empresa.

nesse cenrio que entra o profissional de Usabilidade, cujo trabalho tem avanado rapidamente para uma carreira slida nos Estados Unidos, justamente porque faz a ponte entre quem cria e quem usa o produto. Para funcionar de verdade, um produto ou servio tem de ser fcil de usar no dia-a-dia.

A demanda por profissionais de usabilidade vem crescendo no Brasil, principalmente entre as grandes empresas, que buscam consultorias em Usabilidade para melhorar seus sites. Em algumas poucas companhias j possvel encontrar um especialista nas equipes de internet.

H tambm alguns cursos de ps-graduao em Usabilidade, como o da PUC-RJ e o da UFRGS, e tambm cursos rpidos sobre o tema, alguns online. Muitas empresas preferem optar por cursos de Usabilidade in company para suas equipes internas de internet e marketing.

Apesar de ainda ser um assunto novo no Pas, j existem especialistas em Usabilidade experientes, que atuam nesse mercado como pioneiros h quase uma dcada, que estudaram o assunto nos Estados Unidos, onde tudo comeou, e que vm trabalhando para empresas de segmentos variados desde 2000.

O interesse das empresas cresceu bastante nos ltimos dois anos por uma razo bem direta: investir em usabilidade aumenta as vendas, melhora as taxas de converso dos sites e d retorno certo, sem falar nos benefcios para a imagem da empresa.

Estudos realizados pelo Nielsen Norman Group mostram que, na mdia, os sites de comrcio eletrnico dobram as vendas quando atendem s regras da usabilidade. Mesmo os sites que no vendem online podem dobrar as taxas de converso para suas metas de negcio, como conquistar potenciais novos compradores ou atrair novos assinantes para suas newsletters. [Webinsider]

PageRank um critrio que influencia na escolha dos resultados nas buscas. Comeou antes do Google, como um projeto de uma nova forma de busca e tem o sobrenome do criador, Larry Page.

Por Paulo Rodrigo Teixeira

Todo mundo conhece o Google por sua eficincia em exibir resultados. Voc procura por praticamento qualquer termo e encontra diversas pginas relacionadas ao que foi pesquisado.

Hoje o Google conta com mais de 100 fatores diferentes para definir o posicionamento das pginas em uma busca, mas a base deste segredo, que mudou a maneira em que os sites de buscas defininem o posiconamento nos seus resultados, se chama PageRank.

Ele nasceu de um projeto de criao de uma nova forma de busca. O nome, PageRank, vem do sobrenome do criador, Larry Page. Logo aps, Sergey Brin entrou no projeto e juntos eles fundariam mais tarde o Google.

A base para clculo do PageRank so os links. Cada link funciona com um voto. Quando um site linka para outro, ele d um voto para esta pgina. Quanto mais votos uma pgina recebe, mais relevante ela ser. Alm da quantidade de votos, o PageRank que uma pgina possui tambm influencia no peso do voto. Ou seja, depende de quem linka, a pontuao passada maior. Voc pode conferir uma explicao mais detalhada do PageRank na Wikipedia.

Conforme o resultado deste clculo, cada pgina recebe uma pontuao de 0 at 10. No Brasil no temos pginas com PageRank 10 ou 9. Somente pginas como Abode, Microsoft e NASA tem PageRank 10. Entenda que o Google atualiza seu PageRank de tempos em tempos, ento o nmero de PageRank que ele passa pode estar desatualizado.

Voc pode descobrir o PageRank de uma pgina basicamente por duas formas: ou pelo Google Toolbar, que exibe o PageRank da pgina que voc est, ou por um servio online de PageRank.

A pontuao crescente no PageRank no linear mas sim logartima. Isto significa que subir do PR 6 para o PR 7 muito mais difcil que subir do PR 1 para o PR 4. Esta escala ajustada conforme o tempo passa j que a cada dia existem mais pginas e consequentemente mais votos. Inclusive rola pelos bastidores que estamos passando por esta atualizao j que alguns sites tiveram seu PageRank diminudo. Ah, um detalhe s vezes esquecido: PageRank se escreve junto e com as letras P e R capitalizadas.

Agora que voc j sabe o que PageRank basta ter uma pgina com PR 10 que voc aparece em primeiro sempre? No to simples assim. Como j citei acima, existem vrios fatores que influenciam um resultado. O que voc deve levar em considerao sobre o PageRank que ele pode ser distribudo para suas pginas internas ou que uma pgina com PageRank muito baixo pode no aparecer nos resultados. A verdade que voc pode desencanar do PageRank. Basta fazer um bom trabalho e aguardar o resultado.

Fonte: Cobaia em Acao
Original em Inglês: Ghisroy.com

1- Microsoft Office
Quando você tiver que mandar um documento para um designer gráfico, certifique-se que ele foi feito com algum programa do Office. Versão PC se possível. Se você tiver que mandar figuras, você terá mais chances de enlouquecê-lo; ao invés de apenas mandar um jpeg ou um raw de câmera digital, insira as figuras em um arquivo de Office como o Word ou Powerpoint. Não se esqueça de baixar a resolução para menos que 72 dpi, assim eles terão que contatar você novamente para pedir
uma versão com a qualidade melhor. Quando você mandar a versão “melhor”, certifique-se que o tamanho seja no mínimo 50% menor. E se você estiver enviando as figuras por e-mail, esqueça de anexá-los de
vez em quando.

2- Fontes
Se o designer gráfico escolher Helvetica, peça Arial. Se ele escolher Arial, peça Comic Sans. Se ele escolher Comic Sans, ele já está 50% doido, então seu trabalho está 50% pronto.

3- Quanto mais melhor
Suponhamos que você precise de um designer para um jornal. Designers gráficos vão sempre tentar deixar espaços em branco em qualquer lugar. Margens largas, o alinhamento, o kerning do texto, etc. Eles vão dizer
que eles fazem isso para facilitar a leitura e manter um visual limpo e profissional. Mas não acredite destas mentiras. Eles fazem isso para deixar o documento ainda maior, com mais páginas, e isto lhe dará mais prejuízos com a gráfica. Por que eles fazem isso? Porque designers
gráficos odeiam você. Eles também comem bebês. Sem cozinhar, carne de bebê crua.
Então certifique-se de lhes pedir para colocar margens menores e um texto muito muito pequeno. Diferentes tipos de fonte também são uma boa pedida (e você ganha bonus se pedir Comic Sans, Arial ou Sand).
Peça clipart. Peça muitas figuras (se você não sabe como mandá-las, veja o item 1). Eles vão tentar argumentar e defender as escolhas deles mas não se preocupe, no final, o cliente está sempre certo e eles irão acatar todos os seus pedidos.

4- Logos
Se você tiver que mandar um logo de um projeto particular para um designer gráfico, de um patrocinador ou parceiro por exemplo, certifique-se de que ele seja realmente pequeno e um gif ou jpeg de baixa resolução. Novamente, você ganha pontos se inseri-lo em um
documento Word antes de mandá-lo. Agora você deve estar pensando que isto tenha sido suficiente mas se você quiser mesmo abalar a estabilidade mental de um designer gráfico, dê o seu melhor e mande uma versão do logo com um fundo que dificulte o seu recorte. Fundos pretos ou brancos devem ser evitados, já que são facilmente cortados com um layer style mais escuro ou mais claro no photoshop. Uma vez que o designer gráfico estiver trabalhando em um logo bitmap, diga-lhe que
você precisa dele maior. Se você precisa de um logo customizado, faça os seus próprios rascunhos em um guardanapo. Ou melhor ainda, deixe seu filho de 9 anos
desenhar isso. Seu rascunho não pode demorar mais que 5 minutos para ficar pronto. Você não quer algo detalhado e fácil de ser entedido, porque quanto menos um designer entender o que você quer, mais
mudanças ele terá que fazer no futuro. Nunca aceite o primeiro logo. Nunca aceite o nono, faça-o fazer várias mudanças, cores, fontes e clipart. Peça-lhe para adicionar uma foto no logo. Cantos. Gradientes.
Comic Sans. E quando ele estiver em